Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Petrobras pode gerar até US$ 28,5 bilhões com reajuste de preços, afirma XP
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Petrobras pode gerar até US$ 28,5 bilhões com reajuste de preços, afirma XP

Amanda Rocha
Última atualização: 9 de março de 2026 11:24
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

A Petrobras pode gerar até US$ 28,5 bilhões em fluxo de caixa livre caso reajuste os preços dos combustíveis nas refinarias, conforme relatório da XP Investimentos publicado nesta segunda-feira, 9 de março de 2026.

A estimativa considera o preço do petróleo a US$ 100 por barril, valor que foi superado durante o pregão desta segunda. Se a Petrobras alinhar os preços ao novo nível do petróleo, a XP projeta ganhos de US$ 4 a 5 bilhões com gasolina para cada aumento de US$ 10 no barril.

No caso do diesel, a sensibilidade aos spreads de refino é de US$ 1,5 a 2 bilhões para cada alta de US$ 10 por barril. Regis Cardoso, analista da XP, afirma:

““Isso significa que, com o Brent a 100 dólares por barril e os spreads de refino 50 dólares por barril acima de nossas premissas do cenário-base, a Petrobras poderia gerar cerca de 28,5 bilhões de dólares em fluxo de caixa livre, valor destinado ao pagamento de dividendos, o que representaria um dividend yield de aproximadamente 25%.””

- Publicidade -
Ad imageAd image

Se a estatal optar por não reajustar os preços dos combustíveis, o cenário será diferente. Para a corretora, o potencial de crescimento das receitas ficaria limitado às exportações de petróleo bruto e a outras vendas atreladas às referências internacionais. Nesse caso, não haveria ganho com spreads de refino mais elevados, mas sim uma perda de cerca de US$ 300 milhões para cada aumento de US$ 10 por barril, devido à necessidade de importar combustíveis com prejuízo.

Cardoso explica:

““No total, isso significa que, com o Brent a 100 dólares por barril e os spreads de refino do diesel 50 dólares por barril acima de nossas projeções iniciais, a Petrobras geraria apenas 13 bilhões de dólares em fluxo de caixa livre, ou um rendimento de 11%, caso não repasse os aumentos de preço.””

O reajuste dos combustíveis ainda é incerto. Se não ocorrer, o fluxo de caixa livre da estatal pode ficar US$ 15,5 bilhões menor que no cenário com repasse, uma queda de cerca de 60% em relação aos US$ 28,5 bilhões estimados no cenário mais favorável. Agora, resta saber qual caminho a companhia adotará.

TAGGED:EconomiaPetrobrasPetróleoRefinariaRegis CardosoXP Investimentos
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Candidato colombiano enfrenta acusação de interferência estrangeira
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?