A semana começa com forte impacto devido à alta dos preços internacionais do petróleo, que subiu cerca de 10% nesta segunda-feira, 9 de março de 2026, sendo cotado a aproximadamente 102 dólares o barril do tipo Brent.
A elevação dos preços é resultado da decisão de grandes produtores, como Kwait, Irã e Iraque, de cortar a produção em resposta ao fechamento do Estreito de Ormuz.
O G7, grupo dos países mais ricos do mundo, deve discutir a liberação de parte das reservas estratégicas de petróleo para tentar atenuar a alta. Enquanto isso, o presidente americano, Donald Trump, minimiza o aumento da commodity em suas redes sociais, afirmando que é “um pequeno preço a pagar” pela queda do regime dos aiatolás no Irã.
Apesar das declarações, o mercado demonstra preocupação com uma possível escalada da inflação e, consequentemente, com o aumento das taxas de juros, o que resulta em quedas generalizadas nas principais bolsas de valores.
As perdas são visíveis da Ásia à Europa, incluindo os índices futuros de Wall Street. O Brasil também deve ser afetado por essa tendência negativa.
Por volta das 7h, o iShares MSCI Brazil (EWZ), um ETF que reflete as principais ADRs de ações brasileiras negociadas na Bolsa de Nova York, apresentava uma queda de 1,68% na pré-abertura, sendo cotado a 35,67 dólares.


