Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: PGR solicita condenação de deputados do PL por desvio de emendas parlamentares
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

PGR solicita condenação de deputados do PL por desvio de emendas parlamentares

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de março de 2026 11:11
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

A PGR (Procuradoria-Geral da República) reforçou nesta terça-feira (10) o pedido de condenação de três deputados do PL e outros cinco réus acusados de integrar um esquema de desvio de emendas parlamentares.

Os deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE) são acusados de fazer parte de uma organização criminosa que direcionava emendas parlamentares a municípios em troca de propina de 25% sobre os valores liberados.

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) iniciou hoje o julgamento do caso, que envolve o desvio de emendas destinadas a projetos de saúde pública para o município de São José de Ribamar, no Maranhão. Os deputados teriam exigido cerca de R$ 1,6 milhão em propina do então prefeito da cidade, que denunciou o esquema.

O julgamento começou com a leitura do relatório do caso pelo relator, ministro Cristiano Zanin. Em seguida, a PGR teve uma hora para manifestação. O subprocurador-geral da República, Paulo Jacobina, sustentou que os deputados formavam o núcleo central do grupo e utilizavam suas prerrogativas parlamentares para desviar recursos federais.

Jacobina afirmou que foram colhidas diversas provas que mostram a prática de crimes relacionados ao aliciamento de gestores municipais e à cobrança de valores para liberação de emendas em diferentes municípios. A denúncia destaca que o esquema tinha uma divisão de funções.

Segundo a PGR, Josimar Maranhãozinho exercia papel de liderança, coordenando a destinação das emendas, controlando planilhas de pagamento e monitorando a liberação dos recursos. Ele também seria responsável por operacionalizar pagamentos a integrantes do grupo e, em alguns casos, realizar pessoalmente a cobrança de propina.

Pastor Gil teria atuado na destinação de emendas conforme orientações de Josimar e participado da solicitação direta de propina, tentando marcar reuniões com o prefeito em locais considerados neutros. Já Bosco Costa teria patrocinado emendas de maior valor e monitorado a priorização dos pagamentos, recebendo vantagens indevidas por meio de transferências bancárias.

A denúncia aponta que o assessor João Batista Magalhães atuava como lobista, acompanhando a liberação das emendas e recrutando prefeitos dispostos a aderir ao esquema. Thalles Andrade Costa, filho de Bosco Costa, é apontado como intermediário nas negociações relacionadas às emendas de seu pai.

O grupo contava também com cobradores responsáveis por pressionar prefeitos pelo pagamento da propina, incluindo Antônio José Silva Rocha, ex-prefeito que teria participado da primeira abordagem ao prefeito de São José do Ribamar. As investigações indicam que o grupo procurou o prefeito em sua residência e entregou documentos técnicos das emendas a um secretário municipal para pressionar pelo pagamento da vantagem indevida.

Na manifestação, Paulo Jacobina afirmou que as investigações mostraram que São José do Ribamar não foi o único alvo do grupo e que novas apurações seguem em curso. Ele destacou que a atuação do grupo criminoso se estendeu a outros municípios, resultando em diversos delitos relacionados ao aliciamento e cobrança de valores a gestores municipais.

Com base nesses fatos, a PGR pediu a condenação dos três deputados e de João Batista Magalhães pelos crimes de organização criminosa e corrupção passiva. Thalles Andrade Costa foi denunciado por integrar a organização criminosa, enquanto Antônio José Silva Rocha, Adones Nunes Martins e Abraão Nunes Martins Neto são acusados de corrupção passiva.

TAGGED:Abraão Nunes Martins NetoAdones Nunes MartinsAntônio José Silva RochaBosco CostaCristiano ZaninEmendasJoão Batista MagalhãesJosimar MaranhãozinhoMaranhãoPartido Liberal (PL)Pastor GilPaulo JacobinaPGRPolíticaSão José de RibamarSTFThalles Andrade Costa
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Secretaria da Retomada seleciona permissionários para Vila Gastronômica do Arraiá do Bem 2026
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?