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Segurança

Piloto de moto aquática atropelado em Balneário Camboriú relata momento de pânico

Amanda Rocha
Última atualização: 17 de março de 2026 13:26
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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Um acidente envolvendo um barco pirata e um casal em uma moto aquática ocorreu em Balneário Camboriú, Santa Catarina, no último domingo (15). O piloto da moto, Giovani Chaikoski, de 32 anos, relatou que ficou preso embaixo da embarcação após o impacto.

Giovani estava acompanhado de uma mulher, que preferiu não se identificar, e parou a moto aquática para aproveitar a paisagem. Ele descreveu o momento do acidente: ‘Me defendi com o braço um pouco, mas afundamos. Naquele momento, a gente vê a morte nos olhos, ainda mais que senti passando as hélices do barco muito próximo.’

A mulher sofreu ferimentos mais graves e foi levada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Giovani permaneceu no local aguardando as autoridades para registrar o caso. O acidente foi registrado por câmeras de segurança.

Giovani, que é agricultor e costuma passear na região uma vez ao mês há cerca de quatro anos, explicou que havia saído da orla da Praia Central e decidiu parar na entrada do canal devido ao mar agitado. Ele afirmou que não ouviu buzinas e não teve tempo de ligar a moto aquática para se afastar do barco que se aproximava rapidamente.

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Após conseguir voltar à superfície, o casal foi socorrido por um vizinho que também estava com uma moto aquática. ‘Como eu vi que a moça estava mais machucada, pedi que levassem ela primeiro, e depois eu’, contou Giovani.

O Grupo Barco Pirata, responsável pela embarcação, declarou que a moto aquática estava fora do campo de visualização e que o tempo de resposta da embarcação é lento. A empresa informou que notificou a Marinha do Brasil sobre o ocorrido e que colaborará com as investigações.

A empresa que alugou a moto aquática afirmou que o condutor era habilitado e que toda a documentação estava regular. Também mencionou que prestou assistência necessária e que já repassou informações à Marinha, que abriu uma investigação sobre o acidente.

O Grupo Barco Pirata reiterou que a embarcação navegava dentro do canal de navegação, que é a rota adequada e segura para esse tipo de embarcação, e que a área não é apropriada para motos aquáticas permanecerem paradas.

TAGGED:AcidenteBalneário Camboriúbarco pirataGiovani ChaikoskiGrupo Barco PirataMarinha do Brasilmoto aquáticaSanta Catarina
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