Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Polícia Civil investiga venda de armas feitas com impressoras 3D
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Segurança

Polícia Civil investiga venda de armas feitas com impressoras 3D

Amanda Rocha
Última atualização: 13 de março de 2026 00:00
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

A Polícia Civil deflagrou a Operação Shadowgun para investigar a venda de armas e peças produzidas por impressoras 3D em plataformas de e-commerce no Brasil. A informação foi confirmada pela coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio, Letícia Emile, durante coletiva realizada na terça-feira (12).

Segundo Letícia, os investigadores detectaram anúncios e transações envolvendo componentes de armamentos em sites de comércio eletrônico. “A utilização dessas armas vem sendo constatada, inclusive pela polícia aqui do nosso estado, em apreensões já realizadas aqui. O que nos chamou atenção (…) foi que eles comercializavam essas peças e assessórios em plataformas de e-commerce”, afirmou.

A promotora destacou que foram identificadas aproximadamente 75 transações no Mercado Livre envolvendo a compra e venda dessas peças. “Para além da consultoria, foram identificadas essas compras”, acrescentou Letícia. O Ministério Público expressou preocupação com o acesso ao armamento, especialmente por adolescentes que utilizam essas plataformas.

Parte dos compradores identificados possui ligação com atividades criminosas. “Esses compradores foram alvos de busca e apreensão em todo Brasil. Foi detectado que alguns desses compradores eram envolvidos com o crime organizado, seja no tráfico de drogas, seja em milícia, ou em homicídios”, contou Letícia.

As investigações revelaram que o grupo não apenas vendia armamentos, mas também comercializava o projeto digital necessário para fabricar as armas. O procurador-geral de Justiça do Rio, Antônio José Campos Moreira, informou que os suspeitos ofereciam instruções detalhadas e suporte técnico aos compradores. “Não são fábricas, são pessoas (…) que idealizaram um projeto digital e passaram, além de comercializar as armas fabricadas, passaram a comercializar esse projeto, oferecendo inclusive um tutorial e acompanhamento técnico”, explicou.

De acordo com o procurador, esse modelo permite que qualquer pessoa com acesso à tecnologia possa produzir armamento em casa. “Isso é extremamente preocupante porque permite que qualquer um a partir desse projeto digital e uma impressora 3D possa produzir, fabricar armas de fogo”, alertou.

Os investigadores também destacaram o baixo custo de fabricação dessas armas. O delegado Marcos Buss, da 32ª DP (Taquara), mencionou a carabina Urutau, desenvolvida por um brasileiro que usava o pseudônimo “Zé Carioca”. “Essa carabina pode ser fabricada integralmente por uma impressora 3D e custa cerca de R$ 800 para ser produzida”, afirmou.

Durante a coletiva, o procurador-geral de Justiça também alertou para o risco de disseminação dessas armas entre grupos radicais. Ele destacou que a facilidade de produção pode ampliar o acesso ao armamento fora de qualquer sistema de controle. “Esse grupo estimula pessoas, sobretudo, jovens a fazer e portar armas de fogo, com o argumento que esse seria um direito de todos. Isso é muito perigoso porque retira do Estado (…) qualquer possibilidade de controle”, disse.

A Operação Shadowgun, que visa desarticular um esquema interestadual de produção e venda de armamentos fabricados com impressoras 3D, resultou na prisão de quatro homens, incluindo o chefe da quadrilha. Agentes cumpriram cinco mandados de prisão e 36 de busca e apreensão em São Paulo, no Rio de Janeiro e em outros nove estados. As investigações identificaram 79 compradores em todo o país, incluindo pessoas com antecedentes por tráfico de drogas, homicídio e outros crimes.

TAGGED:Antônio José Campos MoreiraArmasCrime Organizadoe-commerceimpressoras 3DLetícia EmileMarcos BussMinistério Público do RioPolícia CivilRio de Janeiro
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Operação investiga desvio de R$ 900 milhões da herança da Unip
Próximo notícia sitemap.xml
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?