Polícia Civil prende cantor de funk por disparos em baile de Carnaval em Santos

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

A Polícia Civil prendeu um cantor de funk, de 39 anos, investigado por disparos de arma de fogo durante um baile de Carnaval no Morro São Bento, em Santos. O mandado de prisão preventiva foi cumprido no domingo (15) por policiais da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) de Santos, com apoio da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), na Capital.

A detenção é resultado de investigações iniciadas após a divulgação de vídeos nas redes sociais que mostravam participantes do evento efetuando disparos para o alto durante o baile, realizado em 15 de fevereiro. As imagens também faziam referências a facções criminosas durante a apresentação musical.

A Polícia Civil instaurou um inquérito e começou a analisar os vídeos e outras evidências para identificar os envolvidos. As diligências incluem levantamento de imagens, identificação de participantes e cumprimento de medidas judiciais para responsabilizar os autores dos disparos.

As investigações já resultaram na prisão de um homem de 41 anos, identificado como um dos responsáveis pelos disparos. Ele foi detido após a expedição de mandado judicial, sendo localizado na região da divisa entre Santos e São Vicente. Durante a abordagem, ele quebrou o telefone celular, que foi apreendido para análise pericial.

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Nas imagens que circulam nas redes sociais, o suspeito aparece efetuando disparos com uma pistola equipada com carregador alongado. De acordo com as informações da investigação, ele possui antecedentes por receptação, furto, roubo e tráfico de drogas.

O baile, ocorrido no dia 15 de fevereiro, ganhou grande repercussão após a divulgação dos vídeos mostrando disparos em meio ao público e menções a organizações criminosas. A Polícia Civil continua as investigações para identificar outros envolvidos e esclarecer a dinâmica dos fatos.

As diligências incluem análise de material audiovisual, coleta de depoimentos e perícias em equipamentos apreendidos. A investigação é conduzida pela DEIC de Santos, que apura as responsabilidades criminais relacionadas aos disparos registrados durante o evento.

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