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Preço da gasolina em Manaus sobe para R$ 7,29 neste sábado

Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

O preço da gasolina voltou a subir em Manaus neste sábado, 7 de março de 2026. O litro da gasolina comum passou de R$ 6,99 na sexta-feira, 6, para R$ 7,29, um aumento de cerca de 30 centavos em apenas um dia. A gasolina aditivada chegou a R$ 7,49.

O reajuste foi percebido desde as primeiras horas da manhã. Segundo consumidores e revendedores consultados, não houve aviso prévio sobre a mudança nos valores. Até o momento, a Refinaria da Amazônia não havia informado oficialmente o motivo do aumento.

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicam que o preço médio da gasolina em Manaus já vinha em alta desde o início de 2026. Na primeira semana de janeiro, o preço médio do litro era de R$ 6,98.

No ranking nacional, Rio Branco, no Acre, liderava com gasolina a R$ 7,24, seguida por Porto Velho (RO) com R$ 7,09. Manaus aparecia em terceiro lugar, com média de R$ 6,98 por litro. A capital amazonense também registrava um dos etanóis mais caros do país, com média de R$ 5,49, empatada com Porto Velho.

Especialistas apontam que fatores como custos logísticos na região, preços nas refinarias e impostos estaduais, como o ICMS, ajudam a explicar os valores mais altos na região Norte.

O aumento no preço dos combustíveis também foi observado em outras cidades do país. Na sexta-feira, 6, o levantamento semanal da ANP indicou que o preço médio da gasolina no Brasil passou de R$ 6,28 para R$ 6,30. No mesmo período, o diesel subiu de R$ 6,03 para R$ 6,08.

Em Salvador, após reajustes para distribuidoras, o litro da gasolina chegou a R$ 6,99 em alguns postos. Já em São Luís, o Instituto de Promoção e Defesa do Consumidor do Maranhão (Procon-MA) notificou postos após denúncias de aumento de até R$ 0,15 no litro do combustível.

Entidades do setor afirmam que a alta pode estar relacionada a fatores externos. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) declarou que oscilações no preço internacional do petróleo, influenciadas por conflitos no Oriente Médio, podem pressionar os valores no Brasil.

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