Presos criam plataforma para venda de dados de ministros do STF

Amanda Rocha
Tempo: 1 min.

Na quinta-feira (5), a Polícia Federal deflagrou a operação Dataleaks, que revelou que presos criaram uma plataforma aberta para vender dados de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

A investigação, conduzida pela Divisão de Operações de Inteligência Cibernética (DOIC) da PF, apontou que os investigados acessavam ilegalmente bancos de dados oficiais e comercializavam essas informações na plataforma.

Entre os dados disponíveis para venda estavam informações do ministro Alexandre de Moraes, incluindo contatos, registros e endereço.

A PF identificou que a organização criminosa era especializada na obtenção, adulteração, comercialização e disseminação de dados pessoais e sensíveis provenientes de bases governamentais e privadas.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão temporária, todos expedidos pelo STF, em estados como São Paulo, Tocantins e Alagoas.

Os presos são investigados por organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro.

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