A psicóloga cearense Vitória Figueiredo Barreto, de 30 anos, está desaparecida desde a última terça-feira, 3 de março, na Inglaterra. O último sinal dela foi um alerta enviado por celular a uma amiga após sair para um passeio na cidade costeira de Brightlingsea, localizada a pouco mais de 100 quilômetros de Londres.
A Polícia de Essex publicou nas redes sociais: “Estamos trabalhando duro para localizar Vitória. Estamos muito preocupados e precisamos encontrá-la para garantir que ela esteja bem”. Para ajudar nas buscas, a corporação divulgou imagens da psicóloga em um ônibus na região.
A polícia acrescentou que acredita que Vitória possa ter estado na área do porto de Brightlingsea na mesma noite do desaparecimento. A amiga de Vitória, a também psicóloga Fernanda Silvestre, informou que a última atualização recebida indicava uma localização dentro do mar. “Foi um sinal que ela acionou no telefone, porque o nosso telefone é pareado um com o outro”, explicou Fernanda.
Desde o alerta, amigos e familiares têm se mobilizado para localizar Vitória, incluindo a criação do perfil @vitoriadesaparecida no Instagram, destinado a receber informações e atualizar sobre as buscas.
Pouco antes de ir para a Inglaterra, Vitória esteve no Marrocos para participar de um congresso. “Essa viagem foi sobre troca, sobre lugares, sobre pessoas”, disse ela em um vídeo postado em seu perfil pessoal no Instagram.
Segundo a Polícia de Essex, Vitória foi vista pela última vez vestindo um casaco escuro, uma blusa de gola alta azul, calça jeans azul-clara e tênis pretos. Ela carregava uma bolsa tiracolo branca com os dizeres ‘pessoas acima do lucro’.
O Conselho Regional de Psicologia da 11ª Região (CRP-11) manifestou solidariedade à família, amigos e colegas de Vitória diante do seu desaparecimento. “Vitória Barreto atua no Projeto 4 Varas, iniciativa reconhecida nacionalmente por suas práticas comunitárias e pela promoção no cuidado à saúde mental, desenvolvida no Grande Pirambu, em Fortaleza”, diz a publicação do conselho.
A entidade reforçou a importância da mobilização coletiva e da colaboração com as autoridades competentes para contribuir com as buscas. “O Conselho reafirma sua solidariedade e acompanha com atenção as atualizações sobre o caso”, finalizou a nota.


