Ratinho se defende de associações ao escândalo do Banco Master

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

O apresentador de TV Ratinho se manifestou após seu nome ser associado a dois episódios relacionados ao escândalo do Banco Master. As insinuações surgiram após Ratinho Júnior, filho do apresentador e governador do Paraná, anunciar que não manteria sua pré-candidatura à Presidência da República pelo PSD.

No primeiro episódio, adversários de Ratinho Júnior tentaram vinculá-lo à rede de resorts Tayayá, que teve o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli como sócio. O segundo episódio remete ao fato de que Ratinho foi garoto-propaganda do Credcesta, um cartão consignado desenvolvido por um ex-sócio do banqueiro Daniel Vorcaro, que se tornou popular durante o governo de Rui Costa (PT) na Bahia.

Com a liquidação do Banco Master no final de 2025, o Credcesta passou a ser operado por outro banco pertencente ao empresário Augusto Lima, que foi preso no escândalo do Master e teve sua instituição financeira liquidada pelo Banco Central.

Em nota, Ratinho afirmou prezar pela “condução responsável de suas parcerias comerciais” e explicou sua vinculação ao Credcesta e ao Tayayá. “Há mais de 30 anos, o apresentador Ratinho realiza ações publicitárias e de divulgação de produtos e serviços em diferentes plataformas de mídia, incluindo o Programa do Ratinho, no SBT. O contrato de divulgação do Credcesta foi firmado com o objetivo de promover o serviço oferecido pela instituição financeira responsável pela operação. À época da contratação, o produto operava regularmente, com autorização e supervisão do Banco Central, autoridade responsável pela regulação do sistema financeiro nacional”, disse o Grupo Massa em nota.

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Sobre sua participação no Resort Tayayá Porto Rico, Ratinho esclareceu que integrou o braço de hotelaria do Grupo Massa e que o desinvestimento ocorreu após avaliação de que o ativo deixou de ser estratégico para o portfólio.

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