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Justiça

Relatório da PF indica que Daniel Vorcaro cometeu crimes após prisão em 2025

Amanda Rocha
Última atualização: 4 de março de 2026 18:46
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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As investigações da Polícia Federal (PF) revelam que Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, seguiu cometendo crimes após sua prisão e soltura pela Justiça em novembro de 2025.

A informação foi divulgada no relatório da terceira fase da Operação Compliance Zero, realizada nesta quarta-feira, 4 de março de 2026. O documento aponta que, mesmo após a liberdade, ‘Vorcaro e sua organização criminosa’ continuaram a ocultar recursos bilionários em nome de terceiros.

Esses recursos foram descobertos durante a segunda fase da operação, deflagrada em janeiro de 2026. Durante as investigações, a PF localizou R$ 2,24 bilhões na conta de Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel, junto à Reag, uma gestora de fundos de investimento.

As descobertas resultaram na prisão preventiva de Daniel Vorcaro, de seu cunhado Fabiano Zettel e de outras duas pessoas, incluindo um policial federal aposentado, na terceira fase da Operação Compliance Zero. Após audiência de custódia, Vorcaro permanece detido na superintendência da PF em São Paulo e será transferido para um presídio estadual.

A investigação sobre as fraudes do Banco Master está centralizada na sede da PF em Brasília. O caso está sob a relatoria do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a prisão preventiva dos envolvidos com base nas evidências de continuidade delitiva, mesmo após as medidas judiciais anteriores.

TAGGED:André MendonçaBanco MasterDaniel VorcaroFabiano ZettelHenrique Moura VorcaroJustiçaOperação Compliance ZeroPolícia FederalReagSão Paulo
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