O governo russo anunciou nesta sexta-feira, 6 de março de 2026, que está em diálogo com representantes da liderança iraniana. O Kremlin, no entanto, não forneceu mais detalhes sobre a natureza desse diálogo, especialmente quando questionado se Moscou estaria ajudando Teerã.
No último sábado, 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel iniciaram uma série de ataques contra o Irã, em meio a crescentes tensões relacionadas ao programa nuclear iraniano. O regime iraniano, liderado pelos aiatolás, começou a retaliar contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
No dia 1° de março, a mídia estatal iraniana informou que o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas dos ataques realizados por forças norte-americanas e israelenses. Após essa notícia, o Irã ameaçou lançar a ‘ofensiva mais pesada’ de sua história.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que o país considera a vingança pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um ‘direito e dever legítimo’. Em resposta, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, alertou o Irã sobre possíveis consequências, afirmando: ‘é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista’.
As agressões entre as partes continuam, com Trump afirmando que os ataques contra o Irã prosseguirão ‘ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de paz em todo o Oriente Médio e, de fato, no mundo!’

