Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Superbactéria KPC fecha UTI do Hospital Mário Gatti em Campinas
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Saúde

Superbactéria KPC fecha UTI do Hospital Mário Gatti em Campinas

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de março de 2026 12:39
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Mário Gatti, em Campinas (SP), foi fechada temporariamente para novas internações a partir de hoje, 10 de março de 2026, após a identificação da superbactéria Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase (KPC) em sete pacientes.

A KPC é considerada uma ‘praga’ em hospitais e é resistente a antibióticos. Embora comum em ambientes hospitalares, a situação atual apresenta dificuldades de controle, mesmo com os protocolos de limpeza e segurança em vigor.

O infectologista e professor da Unicamp, Plínio Trabasso, explicou que o surgimento da KPC é resultado do uso prolongado de antibióticos potentes em hospitais. ‘Elas vão se tornando resistentes aos antibióticos que a gente vai utilizando e por isso elas são mais prevalentes nesse próprio ambiente’, afirmou.

As infecções mais comuns associadas à KPC incluem infecções de corrente sanguínea (sepse), pneumonia, infecções do trato respiratório, infecções urinárias e infecções de feridas operatórias. A transmissão ocorre principalmente por contato com fluidos de pessoas infectadas ou por meio de equipamentos médicos, como ventiladores e cateteres.

Para conter o surto, a Prefeitura de Campinas isolou os sete pacientes infectados em um salão específico da UTI, com uma equipe exclusiva para atendimento. Os outros 13 pacientes da UTI serão transferidos para enfermarias que serão adaptadas para terapia intensiva.

A coordenadora do setor de informações da Rede Mário Gatti, Andrea Von Zuben, destacou que a unidade continuará atendendo casos de urgência e emergência, mas os pacientes que necessitarem de UTI serão encaminhados para outros hospitais da cidade.

O plano de contingência foi enviado ao Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) e está em análise. As medidas preventivas, como limpezas terminais de leitos e intensificação da higienização das mãos, já estavam em andamento antes da suspensão das internações.

TAGGED:Andrea Von ZubenCampinasDepartamento de Vigilância em SaúdehospitalHospital Mário GattiKPCPlínio TrabassoPrefeitura de CampinasRede Mário GattiSão PaulosuperbactériaUTI
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Sudoeste de Goiás cria conselho regional para coordenar projetos e atrair investimentos
Próximo notícia sitemap.xml
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?