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Saúde

Tecnologia auxilia jovem com paralisia cerebral a se comunicar através de movimentos oculares

Amanda Rocha
Última atualização: 13 de março de 2026 07:27
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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Uma jovem de Pederneiras, São Paulo, diagnosticada com paralisia cerebral, tem encontrado na música uma forma de se comunicar melhor e ganhar autonomia. Camily Vitória Trevisan Tagliaboa, aluna da Apae da cidade, é fã do cantor Luan Santana e utiliza tecnologias assistivas para acessar o YouTube e escolher os vídeos que deseja assistir.

A paixão de Camily por Luan Santana começou na infância, influenciada pela irmã mais velha. Desde então, ela acompanha o gosto musical da família. A equipe da Apae afirma que, por ter a cognição preservada, Camily sempre demonstrou interesse pelas letras e ritmos das músicas. Durante as terapias, as canções do artista são utilizadas como estímulo.

Os profissionais da Apae notaram que ouvir as músicas de Luan Santana transforma o comportamento de Camily, especialmente quando ela chega desanimada. As canções a fazem reagir melhor, sorrir e participar mais ativamente das atividades terapêuticas.

A tecnologia assistiva que Camily utiliza foi implantada através do projeto “Mais Acesso – Laboratório de Tecnologia Assistiva na Educação Inclusiva”, após a Apae de Pederneiras ser selecionada em um edital social de uma empresa multinacional do setor de celulose. Com o investimento, a escola estruturou um laboratório de informática acessível, equipado com mouse ocular, vocalizadores, teclados ampliados e softwares de comunicação.

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Essas ferramentas permitem que alunos com limitações na comunicação oral ou mobilidade expressem pensamentos, sentimentos e necessidades. A coordenadora técnica da Apae, Dayane Brandão, explica que o processo de adaptação ao uso dos equipamentos exige acompanhamento contínuo e treinamento.

“”A comunicação por meio desse software e dos equipamentos exige adaptação e envolve diversas variáveis. É um processo que funciona como um treino contínuo”, disse Dayane Brandão.”

Marcelo Quintino, gerente de responsabilidade social da empresa, destacou que o objetivo do edital é apoiar iniciativas que promovam inclusão e autonomia. Ele afirmou:

“”Investir em tecnologia assistiva é investir em autonomia, inclusão e dignidade. Ver alunos como a Camily ampliando sua capacidade de comunicação mostra que o impacto vai muito além da estrutura física”.”

Ao todo, 106 propostas foram inscritas no edital, e nove projetos foram selecionados em cinco municípios da região. Com o novo laboratório, a Apae de Pederneiras poderá testar e treinar outros estudantes que possam se beneficiar das tecnologias assistivas, ampliando as possibilidades de comunicação e participação social.

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