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Leitura: UFS cria técnica até 90% mais barata para reconstrução de cascos de jabuti
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Saúde

UFS cria técnica até 90% mais barata para reconstrução de cascos de jabuti

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de março de 2026 18:53
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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Uma equipe do hospital veterinário da Universidade Federal de Sergipe (UFS) desenvolveu um procedimento com enxertos para a recuperação de lesões em cascos de jabuti, reduzindo os custos em até 90% em comparação aos métodos tradicionais.

A utilização de lâminas sintéticas começou em 2018 e, segundo o professor do Departamento de Medicina Veterinária, Victor Fernando Santana, o primeiro paciente foi um jabuti-piranga atropelado por um trator. O animal teve a carapaça quase rachada ao meio, o que motivou a busca por alternativas eficazes.

O material utilizado é atóxico e impermeável, proporcionando proteção contra infecções. A equipe também está desenvolvendo novas placas que poderão incluir medicamentos para melhorar o processo de cicatrização.

O hospital veterinário da UFS mantém parcerias com órgãos ambientais, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e a Administração Estadual do Meio Ambiente (ADEMA), que encaminham animais silvestres para tratamento.

Um dos casos emblemáticos é o da jabuti conhecida como “Rosinha”, que está em tratamento há cerca de três anos. O médico veterinário João Victor informou que o animal sofreu queimaduras de segundo grau, resultando na perda de placas córneas e ósseas da carapaça.

O tratamento de Rosinha envolve manutenções periódicas na estrutura aplicada sobre o casco, geralmente a cada seis meses ou um ano. O veterinário destacou que o material tem alta durabilidade e boa adaptação ao crescimento do animal.

““Ele oferece resistência ao dano físico, mas também flexibilidade, se adaptando ao crescimento do animal sem prejudicar a anatomia do casco. Além disso, tem baixo índice de rejeição e custo muito menor quando comparado a outros procedimentos”, afirmou.”

Os pesquisadores têm compartilhado os resultados da técnica em congressos e publicações científicas, despertando o interesse de outras instituições e contribuindo para o tratamento de quelônios feridos em diversas regiões do país.

TAGGED:ADEMAAnimaisIbamaJoão VictorMeio AmbienteSergipeTecnologiaUniversidadeUniversidade Federal de SergipeVictor Fernando Santana
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