Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Vídeo mostra peixes mortos no Rio Paraguai devido a fenômeno natural
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Meio Ambiente

Vídeo mostra peixes mortos no Rio Paraguai devido a fenômeno natural

Amanda Rocha
Última atualização: 7 de março de 2026 19:05
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Um vídeo gravado por pescadores mostra peixes mortos boiando no Rio Paraguai, em Cáceres, a 220 km de Cuiabá. As imagens foram registradas durante uma pescaria no sábado (7).

O doutor em recursos hídricos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Ibraim Fantin, explicou que o fenômeno está relacionado a um processo natural conhecido como decoada. Esse processo ocorre quando o excesso de matéria orgânica na água reduz a oxigenação do rio.

““É um processo natural que acontece no Pantanal durante o período de cheia. Quando o rio começa a encher, ele entra para dentro da planície, e tem contato com a matéria orgânica acumulada ao longo da seca. A decomposição dessa matéria consome o oxigênio da água, o que leva à morte dos peixes”, explicou Fantin.”

Fantin destacou que, neste ano, a decoada ocorreu fora do período habitual devido ao atraso nas chuvas e nas cheias. “No histórico do Pantanal, isso normalmente acontece em novembro ou dezembro. Mas, este ano, o início da inundação foi atrasado por conta do atraso significativo das chuvas. Ainda assim, é um processo muito comum na região”, afirmou.

O professor também chamou atenção para os impactos das mudanças climáticas na dinâmica das cheias do Pantanal. “Não teve aquela chuva ampla, que aconteceu agora só em fevereiro, março. Isso é um problema, aí a gente tá vendo a desregulação do ciclo. Isso mostra uma desregulação do ciclo hidrológico. A inundação está atrasada e, após anos de estresse hídrico, essas alterações têm um impacto direto no funcionamento do ecossistema da região”, concluiu.

O vídeo que circula nas redes sociais mostra os peixes mortos boiando no Rio Paraguai, em Cáceres.

TAGGED:CáceresdecadaIbraim FantinMato GrossoMeio Ambientemudanças climáticasPantanalRio ParaguaiUniversidade Federal de Mato Grosso
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Comédia premiada ‘Minha Mãe é um Espírito’ estreia temporada no Teatro Miguel Falabella
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?