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Economia

Volatilidade do petróleo depende da reabertura do Estreito de Ormuz

Amanda Rocha
Última atualização: 11 de março de 2026 18:32
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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O preço do petróleo registrou alta significativa, com o barril do tipo Brent ultrapassando os US$ 90, após um período de intensa volatilidade nos mercados internacionais.

A commodity, que havia caído mais de 11% recentemente devido ao otimismo sobre um possível fim da guerra no Oriente Médio, agora apresenta nova escalada de preços, com valorização superior a 4%, pressionando os mercados globais.

Segundo o colunista Gilvan Bueno, essa volatilidade só deve ser controlada quando três fatores principais forem resolvidos.

““Essa volatilidade vai acabar quando os barcos atravessarem o Estreito de Ormuz, o novo presidente do Irã for empossado, e tivermos clareza que os navios dos Estados Unidos e principalmente da Europa, que direcionou várias forças militares para aquela região, cessarem suas operações”, explicou.”

O especialista destacou que o transporte marítimo tem sofrido forte impacto, com navios paralisados antes do Estreito de Ormuz negociando com seguradoras devido aos riscos elevados.

““Enquanto essas variáveis não forem dissolvidas, nós não teremos o petróleo saindo desse patamar de US$ 90, podendo oscilar em alguns momentos para US$ 120, US$ 100 ou US$ 110”, afirmou Bueno.”

Na madrugada de terça-feira (10), o preço do barril chegou a subir mais de US$ 30, evidenciando a extrema sensibilidade do mercado às tensões geopolíticas na região, especialmente após os ataques a instalações produtoras de petróleo.

O Estreito de Ormuz é considerado um dos pontos mais estratégicos para o comércio global de petróleo, por onde passa aproximadamente um quinto de todo o petróleo comercializado mundialmente.

A insegurança na região tem levado diversos países europeus a enviarem forças militares para proteger rotas marítimas, enquanto investidores aguardam sinais de estabilização política e segurança para o tráfego de embarcações.

TAGGED:EconomiaEstreito de OrmuzGilvan BuenoGuerraMacroeconomiaOriente MédioPetróleo
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