Alon-Lee Green, diretor nacional do Standing Together, defende uma mudança de paradigma nas relações entre Israel e Palestina. Ele propõe uma abordagem baseada em diplomacia, igualdade e no fim da ocupação.
Green afirma que as campanhas militares em curso são não apenas ineficazes do ponto de vista estratégico, mas também moralmente corrosivas e instrumentalizadas politicamente. Ele critica a nova legislação controversa sobre a pena de morte, descrevendo-a como uma “lei discriminatória, racista e de apartheid”, que visa apenas os palestinos e não se aplica a israelenses, incluindo os colonos da Cisjordânia.

