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Tecnologia

Campeã de Xadrez Explica Por Que Joga Contra ChatGPT

Amanda Rocha
Última atualização: 14 de abril de 2026 07:09
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
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A campeã de xadrez, três vezes campeã nacional e duas vezes campeã feminina dos EUA, compartilha suas experiências jogando contra modelos de linguagem (LLMs) como o ChatGPT.

Ela destaca que, embora esses modelos não sejam bons no jogo, a experiência revela aspectos únicos da natureza humana. Jogar contra LLMs mostrou como os seres humanos são criativos e diversos, além de suscetíveis a elogios.

Os LLMs não são projetados para jogar xadrez de forma eficaz; seu objetivo é prever o que provavelmente virá a seguir e manter o jogador engajado. Apesar de sua jogabilidade deficiente, as interações com esses modelos oferecem lições valiosas.

Programas de IA de xadrez super-humanos, como o que derrotou Garry Kasparov há 30 anos, conseguem vencer qualquer jogador humano. No entanto, a maioria dos jogadores não se arrisca mais contra os melhores computadores, pois a derrota é certa. Jogar contra LLMs, por outro lado, pode ser uma experiência emocionante.

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Ao desafiar o ChatGPT4, a campeã conseguiu uma boa posição após 15 movimentos, mas o modelo cometeu um erro ao criar uma peça fantasma para recapturar sua dama. Isso a levou a questionar a lógica por trás do comportamento do LLM, que parecia mais inclinado a confabular do que a trapacear.

Ela observou que as alucinações dos LLMs ocorrem com mais frequência em jogadas longas, refletindo a dificuldade desses modelos em manter conversas prolongadas. Durante um torneio de LLMs, 42 das 47 partidas foram jogadas com a Defesa Siciliana, uma abertura popular entre grandes jogadores.

A pesquisa da DeepMind mostrou que a IA tende a repetir temas e padrões considerados “bonitos”, o que limita a diversidade nas jogadas. Embora a programação para diversidade tenha ajudado, ainda é um desafio replicar a variação do pensamento humano.

A campeã também menciona que a dinâmica de redes sociais, que favorece a conformidade, é um exemplo de como a tecnologia pode falhar em capturar a diversidade da experiência humana. Para evitar a homogeneização, é essencial buscar diversidade nas fontes e insumos.

Com o avanço das IAs, o xadrez enfrenta o desafio de manter a justiça no jogo. Apesar das proibições de dispositivos eletrônicos em competições, escândalos de trapaça continuam a surgir, como o caso de Magnus Carlsen e Hans Niemann em 2022. Embora não haja provas de que Niemann trapaceou contra Carlsen, teorias absurdas ganharam destaque nas redes sociais.

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Esses eventos demonstram que ferramentas de detecção de trapaça não serão suficientes no futuro impulsionado por IA. É necessário construir confiança e integridade nas comunidades, algo que a IA não pode fazer por nós. Além disso, é importante abordar as complexidades do futuro com IA de forma consciente e positiva.

Os jogadores de xadrez têm se tornado especialistas em calibrar o uso da IA para treinamento, revisando suas partidas e as de seus oponentes. A campeã utiliza uma abordagem que combina seu próprio pensamento com as sugestões da IA, mantendo a autonomia em suas decisões.

Os LLMs podem tanto aprimorar quanto empobrecer o raciocínio humano. Ao jogar xadrez contra esses modelos, é possível identificar suas forças e limitações como treinadores, permitindo que os jogadores saibam quando é hora de desconectar.

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