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Economia

Ceron: estratégia fiscal pode levar Brasil ao grau de investimento

Amanda Rocha
Última atualização: 15 de abril de 2026 20:57
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que a estratégia fiscal do governo pode melhorar a percepção de risco país e levar o Brasil ao grau de investimento. Essa mudança depende da consistência das projeções e do cumprimento das metas nos próximos anos.

Segundo a equipe econômica, a combinação de metas fiscais mais exigentes e o controle das despesas criam condições para reduzir o prêmio de risco e melhorar o ambiente de investimento.

““Sim, eu acredito firmemente que o movimento dessas metas fiscais leva à elevação do investimento. Tira o cenário de cauda, que nós chamamos de uma ‘não estabilização’, e melhora a percepção de valor”,”

disse Ceron durante a coletiva de apresentação do PLDO (Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2027, realizada na quarta-feira (15).

Ceron também destacou que a percepção do mercado internacional já reflete uma leitura mais positiva sobre o Brasil.

““O mercado financeiro internacional precifica o país, e hoje, de forma incontestável, essa precificação está melhor do que muitas avaliações isoladas”,”

afirmou.

Ele observou que parte das divergências entre as estimativas do governo e do mercado está relacionada às premissas de crescimento econômico. Para Ceron, não há “certo ou errado”, mas apenas projeções.

““O futuro é sempre muito difícil, mas a gente tem trabalhado sempre com muita consistência e, na média, sendo muito mais próximo do efetivo ocorrido do que o contrário”,”

destacou.

O secretário-executivo explicou que cenários mais pessimistas, com crescimento menor do PIB (Produto Interno Bruto), exigem um esforço fiscal maior e pressionam a dinâmica da dívida. Projeções mais equilibradas, por outro lado, ajudam a sustentar uma trajetória mais favorável das contas públicas.

O PLDO incorpora essa estratégia ao projetar um superávit primário de 0,5% do PIB em 2027, com avanço para 1% em 2028 e 1,5% a partir de 2030. A proposta também prevê a estabilização da dívida pública ao longo dos próximos anos, após atingir um patamar elevado no fim da década.

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