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Cultura

Conjunto Hidrotermal e Hoteleiro de Poços de Caldas é tombado como patrimônio cultural

Amanda Rocha
Última atualização: 11 de abril de 2026 18:17
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
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O Conjunto Hidrotermal e Hoteleiro de Poços de Caldas foi tombado como patrimônio cultural. O Governo de Minas aprovou o tombamento na sexta-feira (10/4) durante a primeira reunião ordinária de 2026 do Conselho Estadual do Patrimônio Cultural (Conep).

O complexo inclui praças e prédios como o Palace Hotel, Palace Cassino e Thermas Presidente Antônio Carlos, que já haviam sido tombados como Patrimônio Histórico em 1989 pela Constituição do Estado de Minas Gerais. A deliberação ocorreu durante a programação do Governo Presente em Poços de Caldas, que simbolicamente sedia a capital mineira nesta semana.

Segundo o governo do estado, o reconhecimento reforça a importância histórica, urbana, paisagística e turística do município, cuja formação está diretamente ligada às águas termais. O tombamento se baseia em um dossiê técnico elaborado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), que destaca a relevância do termalismo para a origem e o desenvolvimento urbano de Poços de Caldas.

A história da cidade está associada às águas termais desde o século XVIII. Com a abertura dos primeiros poços em 1826, o município se consolidou como estância de saúde, lazer e turismo, resultando em um modelo urbano planejado, caracterizado pela integração entre edificações monumentais, praças, parques, fontes e equipamentos públicos.

““A cidade que se estruturou e se desenvolveu a partir de um complexo hidrotermal e hoteleiro, onde arquitetura, paisagem e vocação turística nasceram de forma integrada”, afirmou Leônidas Oliveira, secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais.”

O conjunto tombado reúne bens representativos de diferentes períodos históricos, com destaque para a fase de maior expansão urbana entre as décadas de 1930 e 1940. Entre os principais marcos estão o Palace Hotel, o Palace Cassino, as Thermas Antônio Carlos, o Parque José Affonso Junqueira e a Praça Pedro Sanches.

A proteção também abrange praças, parques, monumentos, fontes, coretos, elementos artísticos integrados, trechos de ribeirões urbanos e áreas de entorno, com diretrizes voltadas à preservação da ambiência urbana e da paisagem cultural. Segundo Paulo Roberto do Nascimento Meireles, presidente do Iepha-MG, a medida fortalece o patrimônio como vetor de desenvolvimento sustentável.

O Complexo Hidrotermal e Hoteleiro de Poços de Caldas já era tombado pelo Patrimônio Histórico de Minas Gerais desde 1989. Em março, a destruição parcial de um cocho em uma das praças do complexo pelo prefeito Paulo Ney (PSD) gerou polêmica. A quebra do artefato ocorreu durante um ato para marcar a proibição do uso de charretes de tração animal, que foi um dos atrativos turísticos da cidade por décadas.

Após a avaliação, o Iepha-MG concluiu que o prefeito não cometeu irregularidade ao demolir o cocho, pois este foi inserido na praça após o tombamento sem autorização do órgão. “O ato de demolição não configuraria qualquer infração”, diz o Iepha em ofício.

O Iepha ressaltou que qualquer intervenção deve observar os princípios da preservação e a necessidade de anuência prévia da entidade. A prefeitura de Poços de Caldas deverá tomar medidas para regularizar a situação, incluindo a atualização do inventário da Praça Getúlio Vargas e a valorização da prática das charretes de tração animal como patrimônio cultural de natureza imaterial.

““Deve haver a compatibilização entre preservação e transformação”, afirmou o Iepha.”

A Prefeitura de Poços de Caldas informou que avaliará as sugestões do Iepha e destacou que nunca houve reconhecimento da estrutura como bem tombado. A administração também afirmou que o Iepha reconhece que a demolição não configura infração, mas recomenda medidas de registro e valorização da memória cultural.

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