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Economia

Dados de inflação do Brasil e dos EUA são divulgados em meio a tensões no Oriente Médio

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de abril de 2026 04:05
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
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A agenda econômica de hoje, 10 de abril, destaca os dados de inflação do Brasil e dos Estados Unidos referentes ao mês de março. Esses indicadores serão monitorados de perto pelo mercado financeiro e pelos bancos centrais, que buscam entender os reflexos da guerra no Oriente Médio sobre a economia global.

No Brasil, os números do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) serão divulgados às 9h pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Às 9h30, o Departamento do Trabalho dos EUA publicará o CPI (Índice de Preços ao Consumidor).

A economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Natalie Victal, observa que os dados são divulgados em um momento de grande pressão sobre as autoridades monetárias, devido às incertezas sobre os conflitos entre Estados Unidos, Israel e Irã. “Nossa expectativa de inflação é que, nos próximos números, apareçam de forma clara os resultados do conflito no Oriente Médio sobre os preços brasileiros, resultando em preços mais elevados”, afirma Victal.

As expectativas de inflação têm se deteriorado desde que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã em 28 de fevereiro. Nos cinco dias úteis até a última quinta-feira, a mediana do mercado apontava uma alta de 0,7% na comparação mensal de março do IPCA, segundo apuração do Banco Central.

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O Santander revisou suas expectativas para cima, prevendo uma alta de 0,72% em relação ao mês anterior e 4% em relação ao ano passado. A principal fonte de dispersão para as projeções está na calibração do aumento de dois itens voláteis: gasolina e alimentos para consumo doméstico.

Analistas esperam reflexos claros da guerra nos dados de inflação. O economista-chefe do BV, Roberto Padovani, prevê uma alta de 0,71% na margem mensal do IPCA e de 3,97% no acumulado do ano. Alimentos e combustíveis são os principais fatores que impactam o bolso do consumidor brasileiro em março.

Além disso, itens do núcleo da inflação têm mostrado “surpresa altista” nas últimas leituras, conforme destaca o economista Ederson Schumanski no relatório macroeconômico de abril do BTG Pactual. Ele ressalta que a guerra deve impactar os preços no longo prazo, com riscos que antes eram assimétricos para baixo agora se tornando altistas.

Outros componentes que devem apresentar alta nesta leitura de inflação incluem bens industriais, vestuário e energia elétrica. A consultoria 4intelligence aponta que reajustes mais fortes de energia elétrica e aumento da tributação sobre cigarros também devem impactar as leituras ao longo do ano.

As pressões nos preços representam um desafio para o Banco Central. A 4intelligence avalia que aumentaram as chances de que a inflação permaneça acima do limite superior da meta, de 4,5%, por mais de seis meses consecutivos. Isso pode afetar a política monetária do Banco Central, que deve manter uma postura cautelosa em relação aos próximos passos.

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Nos Estados Unidos, o indicador de preços PCE já havia mostrado que a inflação norte-americana continua acima da meta de 2%. A estrategista-chefe da Nomad, Paula Zogbi, destaca que o CPI de março deve apresentar números mais fortes, com o impacto do conflito nas bombas de gasolina.

O consenso do mercado projeta um CPI geral em torno de 1% na base mensal para março, a maior variação em um ano. “Se o CPI vier no piso das expectativas, o Fed tende a reforçar a visão de que cortes de juros em 2026 serão poucos e diluídos no tempo”, conclui Zogbi.

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