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Justiça

Denúncia de assédio contra ministro do STJ é confirmada por testemunhas

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de abril de 2026 10:50
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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Duas testemunhas confirmaram, em depoimentos ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a denúncia de assédio apresentada por uma servidora terceirizada contra o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). As testemunhas também trabalharam no gabinete de Buzzi e ouviram os relatos da colega após as investidas do ministro.

O ministro está afastado do STJ e é alvo de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) e no CNJ por essa e outra denúncia de assédio. Ele nega as acusações. Os vídeos dos depoimentos foram obtidos com exclusividade.

Uma técnica judiciária relatou que percebia que a servidora estava nervosa e aflita. Em um momento, a servidora pediu para fazer um desabafo reservado.

““Ela falou que em alguns desses momentos ele apalpou ela, segurou o braço dela. Ela tentou se desvencilhar, mas ele segurou o pulso dela. Aí ela falou que ele tocou no corpo dela e ela conseguiu se afastar”,”

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narrou a técnica.

A vítima também relatou outro caso de assédio, afirmando que os episódios ocorriam com um intervalo de alguns meses.

““Teve uma outra vez que senti que ela não estava bem e ela (contou): ‘aconteceu de novo’. Ela falou uma vez que acontecia um episódio, passava uns três, quatro meses, ficava tudo tranquilo, sem nenhum tipo de problema. E aí depois acontecia de novo”,”

acrescentou.

Um secretário que também prestou depoimento ao CNJ disse ter ouvido relatos da colega sobre um “avanço além do normal” de Buzzi.

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““No princípio, ela não (detalhou). Mas depois ela chegou a comentar algumas coisas. Sobre elogios, sobre, como eu posso dizer, algum avanço além do normal”,”

afirmou. O funcionário ainda mencionou que a ex-assessora pediu para não exercer a função dele, de assessoria no plenário, para evitar um contato maior com o ministro.

““Disse que gostaria de evitar, se porventura viesse a exercer essa função, mesmo que em caráter de substituição, por conta dessa situação”,”

contou.

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