Um empresário do Ceará foi condenado pela Justiça do Trabalho a pagar aproximadamente R$ 201 mil a um ex-funcionário que recebeu hostilizações por apoiar o presidente Luís Inácio Lula da Silva. A decisão inclui R$ 10 mil de indenização por danos morais e o restante referente a verbas rescisórias, como salários atrasados e FGTS.
A sentença foi confirmada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) em março de 2026, mas ainda passará por revisão. Após essa etapa, o acórdão será enviado ao Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região, em Fortaleza, para execução.
O funcionário, que atuava como faxineiro na empresa do réu, tinha um salário registrado de R$ 1.412. Ele trabalhou para o empresário desde 2002, mas foi oficialmente contratado apenas em 2014. O ex-funcionário alegou que não recebeu salários entre dezembro de 2023 e abril de 2024 e deixou a empresa em maio de 2024.
Durante o período de atrasos salariais, o funcionário relatou que era hostilizado pelo patrão, que proferia frases como “vá pedir ao Lula” e “faça o L”. Além disso, o empresário associava as dificuldades financeiras do empregado ao seu voto em Lula, chegando a afirmar que um assalto sofrido pelo filho do funcionário era

