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Leitura: Especialista da USP alerta sobre riscos do consumo de cúrcuma em cápsulas
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Saúde

Especialista da USP alerta sobre riscos do consumo de cúrcuma em cápsulas

Amanda Rocha
Última atualização: 12 de abril de 2026 14:54
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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A médica hepatologista Patrícia Almeida, especialista em doenças do fígado no Hospital das Clínicas da USP, recomenda cautela no consumo de cúrcuma em cápsulas. A raiz é amplamente utilizada na culinária e na medicina alternativa, mas seu uso em forma concentrada pode trazer riscos.

Patrícia Almeida explica que, embora a cúrcuma tenha um efeito anti-inflamatório, seu consumo concentrado pode causar desequilíbrios na capacidade imunológica do organismo. Ela alerta que a ideia de que por ser natural, a cúrcuma é sempre segura, é um equívoco.

Segundo a especialista, o uso de cápsulas, extratos e fórmulas concentradas pode estar associado a efeitos adversos, incluindo lesões hepáticas e hepatite. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já emitiu alertas sobre os riscos do uso de cúrcuma em formulações concentradas.

““Diversos países observaram casos de hepatites e lesões hepáticas significativas possivelmente relacionadas ao uso de produtos à base de cúrcuma”, afirma a médica.”

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O foco da preocupação está nos suplementos, que muitas vezes são manipulados e não possuem fiscalização rigorosa. A hepatologista destaca que não há evidências científicas claras de que a suplementação com cúrcuma seja eficaz para melhorar o desempenho ou a imunidade.

Apesar dos alertas, o uso da cúrcuma como tempero na alimentação é considerado seguro. “O problema não está na cúrcuma utilizada na alimentação, mas nas cápsulas e extratos concentrados”, reforça Patrícia Almeida.

A médica enfatiza que o uso indiscriminado de suplementos pode sobrecarregar o fígado, e recomenda evitar a suplementação sem acompanhamento médico. Buscar orientação profissional antes de utilizar cápsulas ou extratos é essencial para evitar efeitos adversos e o desenvolvimento de hepatite.

““A atenção deve ser redobrada: nem sempre o que parece saudável é, de fato, seguro”, conclui a especialista.”

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