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Internacional

Estados Unidos controlam 30% dos recursos de petróleo e gás do mundo

Amanda Rocha
Última atualização: 17 de abril de 2026 07:02
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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Os Estados Unidos estão em posição de controlar ou influenciar mais de 30% dos recursos em gás ou petróleo do planeta, de acordo com análises sobre a geopolítica atual. O mapa criado por Donald Trump, além das riquezas naturais, é visto por muitos americanos como uma estratégia que fortalece essa posição.

Atualmente, o bloqueio naval do Estreito de Ormuz, que escoa 20% do petróleo mundial, é um fator crítico. Os navios da Marinha americana têm a autoridade de permitir ou não a passagem de petroleiros, o que representa uma importante carta geopolítica.

A China é um dos países que mais necessita do petróleo iraniano, e a situação no Irã, com o Estreito de Ormuz fechado, levanta questões sobre a duração dessa crise. Países que dependiam das reservas árabes e iranianas estão redirecionando seus petroleiros para o Golfo do México, conforme rebatizado por Trump.

Entretanto, não há garantias de que novos fornecedores conseguirão aumentar a produção a tempo para evitar a escassez. O processo de substituição de um produtor como o Catar, que fornece seis a sete milhões de toneladas mensais de gás natural liquefeito, pode levar até três meses.

Essa situação gerou uma competição acirrada entre compradores europeus e asiáticos, que estão dispostos a pagar mais por superpetroleiros que cruzam o Atlântico. O aumento na duração do trajeto também afeta a disponibilidade dos navios.

Do ponto de vista dos Estados Unidos, essa dinâmica é vantajosa. “Agora os Estados Unidos são um exportador líquido de combustíveis fósseis, o que dá um impacto direto no PIB do país e nos lucros da sua indústria energética”, afirmou o comentarista Tim Wallace.

Contudo, o aumento da demanda por parte de europeus e asiáticos pode elevar ainda mais os preços nos Estados Unidos, que já estão em alta. Alguns analistas acreditam que Trump aceitou um desgaste temporário devido ao aumento da gasolina, em troca de vantagens futuras, como o fim do programa nuclear bélico do Irã.

““A guerra de Trump sapateou sobre a competição e impulsionou o preço do gás e do petróleo”, disse Tim Wallace.”

As eleições para o Congresso em novembro representam um risco significativo para Trump, que não pode permitir uma vitória democrata que limitaria sua liberdade de ação. Há um grande projeto geopolítico em andamento, com um crescente controle sobre o recurso que move o mundo.

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