Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Estudo revela que tubarões-tigre permanecem até dois anos em Fernando de Noronha
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência

Estudo revela que tubarões-tigre permanecem até dois anos em Fernando de Noronha

Amanda Rocha
Última atualização: 27 de abril de 2026 09:14
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

Um estudo da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) indica que tubarões-tigre estão mudando seu comportamento e agora permanecem em Fernando de Noronha por até dois anos. A pesquisa é resultado de 12 anos de monitoramento na ilha.

De acordo com o pesquisador Paulo Oliveira, coordenador do Projeto Ecotuba, os dados dos transmissores instalados nos tubarões mostram que Noronha deixou de ser apenas uma rota de passagem rápida. ‘No passado, após a marcação, os tubarões eram detectados por poucos meses e depois seguiam a migração. Hoje, permanecem por mais tempo na região, ficam até dois anos’, explicou Oliveira.

Oliveira sugere que essa mudança de comportamento pode estar relacionada à segurança dos animais. ‘Os tubarões-tigre encontram em Fernando de Noronha melhores condições de sobrevivência, como oferta de alimento e qualidade da água. Além disso, a mudança pode estar ligada às alterações climáticas, como o aumento da temperatura dos oceanos’, afirmou.

Apesar do aumento no tempo de permanência, o estudo não confirma que os tubarões-tigre sejam residentes em Noronha. ‘Não podemos afirmar que o animal seja residente. Para isso, ele precisa completar todo o ciclo de vida no mesmo local, ou seja, nascer, crescer, se alimentar e se reproduzir. Em Fernando de Noronha, isso ainda não acontece com os tubarões-tigre’, explicou Paulo Oliveira.

- Publicidade -
Ad imageAd image

O estudo também aponta um aumento no número de tubarões-tigre na região. ‘Antes, eles ficavam pouco tempo. Atualmente, com a permanência maior, há mais animais em Noronha’, disse o pesquisador. Ele destacou que os tubarões-tigre não costumam se aproximar da praia, ao contrário do tubarão-limão, que é frequentemente visto perto da areia.

Paulo Oliveira recomenda cautela em caso de encontro com a espécie. ‘Se a pessoa avistar um tubarão-tigre, deve manter distância. Caso o animal mude o comportamento, como arquear as nadadeiras, o ideal é sair da água’, orientou.

O estudo identificou que as fêmeas ficam no chamado ‘mar de dentro’, área voltada para o continente americano e com águas mais calmas. ‘As fêmeas, principalmente as prenhas, buscam locais mais tranquilos, protegidos e com oferta de alimento’, explicou. Já os machos permanecem no ‘mar de fora’, área voltada para o sudeste, em direção ao continente africano, onde o mar é mais agitado. ‘São animais mais jovens, que preferem áreas abertas. Eles exploram mais o espaço e têm comportamento mais ativo de caça’, afirmou.

Os pesquisadores estão em Fernando de Noronha desde o dia 16 de abril, na primeira expedição científica do ano, que segue até o dia 28. Em cinco saídas de barco, foram instalados transmissores em 15 tubarões, incluindo 4 tubarões-tigre, 8 tubarões-bico-fino, 2 tubarões-limão e 1 tubarão-sucuri. A pesquisa também instalou dois novos receptores, totalizando 18 equipamentos que captam sinais quando os animais marcados passam pela região. O trabalho realiza duas expedições por ano para instalar dispositivos e coletar dados em Fernando de Noronha.

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Política Externa Brasileira Enfrenta Críticas por Despreparo
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?