O ex-prefeito de Farroupilha, Fabiano Feltrin, do PL, busca um acordo mais leve com a Procuradoria-Geral da República (PGR) para encerrar o processo em que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF). Feltrin é acusado de incitação ao crime por ter sugerido uma guilhotina como ‘homenagem’ ao ministro Alexandre de Moraes.
A PGR propôs um acordo semelhante ao que foi fechado com réus dos atos golpistas de 8 de janeiro, que inclui o pagamento de R$ 5 mil, prestação de serviços à comunidade por 180 horas e proibição de uso de redes sociais, entre outras obrigações.
No entanto, a defesa de Feltrin argumenta que sua declaração não está relacionada aos eventos de 8 de janeiro e, portanto, não deveria ser tratada da mesma forma. O advogado de Feltrin sugere que deveria ser proposta apenas a prestação pecuniária ou a prestação de serviços, mas não ambas.
Além disso, a defesa ressalta que a suspensão do uso de redes sociais ‘configuraria prejuízo profissional irreparável’, uma vez que Feltrin utiliza o Instagram como fonte de renda.

