Uma família foi alvo da Operação Aposta Perdida nesta quinta-feira, 23 de abril de 2026, em Cuiabá, Várzea Grande e Itapema (SC). Eles são suspeitos de envolvimento em crimes de lavagem de dinheiro e exploração de jogos de azar online.
A Polícia Civil não divulgou as identidades dos envolvidos. No entanto, o alto padrão de vida exibido nas redes sociais, considerado incompatível com a renda formal declarada, chamou a atenção durante as investigações.
Apesar de atuarem com empresas de pequeno e médio porte, o grupo adquiriu rapidamente imóveis de alto padrão e veículos de luxo. A investigação revelou que os alvos operavam um esquema de obtenção de dinheiro por meio da divulgação e intermediação de plataformas ilegais de apostas, conhecidas como “jogo do tigrinho”.
Os investigados atraíam participantes com promessas de ganhos fáceis. Segundo a polícia, o funcionamento do esquema apresentava características típicas de pirâmide financeira, onde os rendimentos dependiam da entrada de novos usuários.
Entre os principais alvos estão integrantes de um mesmo núcleo familiar, além de pessoas jurídicas ligadas ao grupo, que seriam utilizadas como


