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Saúde

Flacidez na vulva pode surgir após emagrecimento com canetas; entenda por quê

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de abril de 2026 05:04
Amanda Rocha
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Tempo: 5 min.
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O uso de canetas emagrecedoras, cada vez mais frequente no Brasil, tem levado médicos a observar um efeito ainda pouco discutido fora dos consultórios: mudanças na região íntima feminina após a perda acelerada de peso. Entre essas mudanças, a flacidez da vulva se destaca como uma queixa crescente entre pacientes que emagrecem rapidamente.

A ginecologista Ana Carolina Romanini, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), explica que a região vulvar depende de tecido adiposo para manter volume e sustentação. Quando a perda de peso ocorre de forma acelerada, a pele pode não acompanhar a retração.

““A vulva tem gordura subcutânea e fibras de colágeno que garantem sustentação e proteção. Quando há perda de peso rápida, esse volume diminui e pode levar à flacidez”,”

afirma.

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A perda de gordura ocorre de forma difusa e atinge diferentes regiões do corpo, incluindo a área genital externa. No caso da vulva, a redução de volume afeta estruturas de sustentação, o que pode deixar a região com aspecto mais “murcho” ou menos preenchido. A capacidade de adaptação depende de fatores como idade, genética e qualidade da pele.

Quando há menor produção de colágeno e elastina — proteínas responsáveis pela firmeza —, a retração é menos eficiente, favorecendo a flacidez. A ginecologista Angela Barcelos, mestre em Ciências da Saúde e professora da Faculdade Santa Marcelina, explica que essas mudanças tendem a ser mais evidentes em áreas com maior concentração de gordura e quando o emagrecimento ocorre de forma rápida.

““Os mais acometidos são os lábios maiores e o monte pubiano, porque são regiões mais ricas em gordura”,”

afirma.

Angela Barcelos acrescenta que ainda há poucos estudos específicos sobre o tema, já que os medicamentos são relativamente recentes, mas o fenômeno já é observado na prática clínica.

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““Ainda existem poucas evidências científicas direcionadas, mas isso já é percebido tanto em consultórios ginecológicos quanto na cirurgia plástica”,”

diz.

Embora muitas mulheres procurem atendimento por questões estéticas, as mudanças podem ter impacto funcional. A perda de sustentação pode aumentar a sensibilidade local e causar desconforto no dia a dia, especialmente com roupas mais justas ou durante atividades físicas. Em alguns casos, há impacto na autoestima e na vida sexual.

Além disso, o emagrecimento rápido pode afetar a musculatura do assoalho pélvico — conjunto de músculos responsável pela sustentação dos órgãos da pelve e pela função urinária e sexual. Laura Barrios, fisioterapeuta pélvica da clínica Ginelife e mestre pela Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva, explica que a perda de peso sem acompanhamento pode levar à redução de massa muscular, comprometendo essa estrutura. Segundo ela, isso pode resultar em desconforto nas relações sexuais, redução da lubrificação e, em alguns casos, escapes urinários.

As mudanças não ocorrem da mesma forma para todas as mulheres. Entre os fatores associados a maior risco estão: perda de peso significativa em curto período; maior volume de gordura na região pubiana antes do emagrecimento; idade mais avançada; menor elasticidade da pele. Mulheres em fases de menor suporte hormonal, como a pós-menopausa, tendem a apresentar maior flacidez, já que há redução natural de colágeno e alterações na qualidade da pele.

Na maioria dos casos, a flacidez vulvar não representa um problema de saúde. Ainda assim, especialistas orientam buscar avaliação ginecológica quando há: dor ou irritação frequente, desconforto persistente, impacto na vida sexual, ressecamento vaginal, alterações urinárias. A avaliação permite diferenciar mudanças esperadas do emagrecimento de condições que exigem tratamento.

Há hoje diferentes abordagens para lidar com essas alterações, que devem ser indicadas de forma individualizada. Entre as opções estão: fisioterapia pélvica e exercícios de fortalecimento muscular; tecnologias que estimulam colágeno, como radiofrequência e laser íntimo; preenchimento dos grandes lábios para reposição de volume; cirurgia plástica íntima, se for de interesse da mulher. A recomendação é que o emagrecimento seja acompanhado de medidas que preservem a massa muscular e a qualidade da pele, como alimentação adequada e prática regular de exercícios.

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