O governo federal anunciou nesta quarta-feira (15) um novo investimento para o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O aporte será de R$ 20 bilhões do Fundo Social, elevando o orçamento total do programa para R$ 200 bilhões em 2026.
Os R$ 20 bilhões serão direcionados à faixa três do programa, que atende famílias com rendas entre R$ 5 mil e R$ 9,6 mil. A previsão é que até dezembro deste ano sejam contratadas três milhões de unidades habitacionais.
Além disso, houve mudanças nas faixas de renda. O teto da faixa 2 aumentará de R$ 9.600 para R$ 13 mil, igualando-se ao teto do programa. O valor máximo do financiamento também foi elevado de R$ 30 mil para R$ 50 mil.
O governo anunciou a redução das taxas de juros do programa. Para a primeira faixa, que atende famílias com renda até R$ 3,2 mil, a taxa de juros cairá de 1,17% para 0,99%. Para rendas acima de R$ 3,2 mil, a taxa passará de 1,95% para 0,99%. O período de amortização foi ampliado de 60 meses para 72 meses.
O programa de reforma oferece financiamento para intervenções que visam resolver problemas de salubridade, segurança, habitabilidade, acessibilidade, sustentabilidade e conforto, utilizando recursos do Fundo Social.
Recentemente, o Conselho Curador do FGTS aprovou a ampliação da renda máxima para famílias elegíveis ao programa, além dos limites de financiamento dos imóveis. As novas faixas de renda são: Faixa 1: de R$ 2.850 para R$ 3.200; Faixa 2: de R$ 4.700 para R$ 5.000; Faixa 3: de R$ 8.600 para R$ 9.600; Faixa 4: de R$ 12.000 para R$ 13.000.
Os limites dos valores dos imóveis também foram elevados em 14% na Faixa 3, passando de R$ 350 mil para R$ 400 mil, e em 20% na Faixa 4, de R$ 500 mil para R$ 600 mil.


