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Internacional

Gustavo Petro ordena retorno de embaixadora no Equador em meio a crise diplomática

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de abril de 2026 09:43
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, ordenou na quinta-feira, 9 de abril de 2026, que sua embaixadora no Equador retorne “imediatamente” ao país. A decisão ocorre em meio ao agravamento da crise diplomática entre os dois países latino-americanos, após Quito elevar para 100% as tarifas sobre importações colombianas.

As novas taxas impactaram as relações bilaterais, o comércio e a cooperação energética. As duas nações estão em uma guerra comercial que se intensificou, com o Equador alegando um aumento de gastos em defesa de cerca de US$ 400 milhões (R$ 2,06 bilhões) devido à falta de proteção da fronteira de 600 quilômetros que as divide.

O Ministério da Produção do Equador afirmou que o aumento das tarifas se deve à “falta de implementação de medidas concretas e efetivas em matéria de segurança fronteiriça por parte da Colômbia”. Em resposta, Petro declarou ser o presidente “que mais apreendeu cocaína em toda a história do mundo”.

A ação do Equador foi vista como uma retaliação após Petro pedir, na segunda-feira, 6 de abril, a libertação do ex-vice-presidente equatoriano Jorge Glas, preso por corrupção. Glas, que recebeu a nacionalidade colombiana, é classificado por Petro como um “preso político”.

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Além de chamar de volta sua embaixadora, María Antonia Velasco, Petro convocou seus ministros para uma reunião em “um ponto da fronteira” binacional. Glas, que foi vice-presidente entre 2013 e 2017 no governo de Rafael Correa, enfrenta várias condenações por corrupção e está detido em uma prisão de segurança máxima na província costeira de Santa.

O presidente do Equador, Daniel Noboa, afirmou que “não se pode chegar a acordos com quem não tem o mesmo compromisso para lutar contra o narcoterrorismo”. Petro classificou o aumento das tarifas como “uma monstruosidade” e levantou a possibilidade de Bogotá se retirar da Comunidade Andina (CAN).

Petro também pediu à sua diplomacia que avance com a adesão plena ao Mercosul, do qual a Colômbia é Estado associado. Sua chancelaria argumenta que as tarifas impostas por Quito violam um tratado de cooperação econômica de 1969, conhecido como Acordo de Cartagena.

A chefe da diplomacia equatoriana, Gabriela Sommerfeld, informou que as conversas estão suspensas. Desde o início da guerra comercial, a Colômbia respondeu com tarifas sobre importações equatorianas e suspendeu a venda de energia ao Equador, que em 2024 enfrentou apagões de até 14 horas diárias.

O novo aumento das tarifas “fecha definitivamente qualquer possibilidade de comércio entre Colômbia e Equador”, afirmou Javier Díaz, presidente da Associação Nacional de Comércio Exterior. A crise acontece a quatro meses do fim do governo de Petro, que busca manter a esquerda governista no poder, com seu aliado Iván Cepeda aparecendo como favorito nas eleições gerais de maio.

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