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Justiça

Homem acusado de matar a mãe por herança vai a júri popular em SP

Amanda Rocha
Última atualização: 16 de abril de 2026 05:21
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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Bruno Eustáquio Vieira, de 27 anos, acusado de matar a própria mãe por herança, será julgado no Fórum Criminal de Guarujá nesta quinta-feira, 16 de abril de 2026. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) informou que 11 testemunhas serão ouvidas durante o júri.

A defesa de Bruno afirmou que a estratégia adotada dependerá dos depoimentos no dia do julgamento. Márcia Lanzane foi assassinada em 21 de dezembro de 2020, na residência da família em Guarujá. Imagens de monitoramento encontradas pela polícia mostraram uma luta corporal entre mãe e filho, onde Bruno aparece apertando o pescoço de Márcia e desferindo socos.

O Ministério Público alegou que o crime foi motivado por interesse na herança. Bruno foi preso em 8 de julho de 2025, em Belo Horizonte, após passar três anos foragido.

A irmã de Márcia, Mariusa Lanzane, gravou um vídeo nas redes sociais informando sobre o julgamento e expressou seu desejo de que Bruno receba a pena máxima. Ela afirmou:

““Não teria ano dentro de uma cadeia que pague o que ele fez.””

A defesa de Bruno, representada pelo advogado Anderson Real, declarou que o cliente não nega a briga com a mãe, mas contesta que a morte ocorreu no momento registrado pelas câmeras. Segundo o advogado, Bruno alegou que a mãe não estava morta quando ele a deixou e que só percebeu isso no dia seguinte.

Anderson também mencionou que a briga começou porque Bruno desejava sair de casa para morar com uma namorada. Ele destacou que Bruno havia se formado em Direito e passado em um vestibular para Medicina. O advogado questionou a causa da morte, afirmando que a fratura no osso hioide, constatada pelo Instituto Médico Legal (IML), não necessariamente indica que Márcia faleceu devido à esganadura.

O advogado de acusação, Caio Fernando, ressaltou que as irmãs de Márcia buscaram justiça incansavelmente após a morte dela. Ele afirmou:

““Elas nunca deixaram de acompanhar o caso do jeito que puderam.””

Após o crime, Bruno saiu de casa e retornou ao imóvel, onde acionou a polícia, alegando ter encontrado a mãe morta. O inquérito policial foi concluído em 31 de maio de 2021 e enviado à Justiça, que determinou a prisão temporária de Bruno. A juíza Denise Gomes Bezerra Mota, da 1ª Vara Criminal de Guarujá, afirmou que o crime é extremamente grave e que o réu não demonstrou intenção de cooperar com a aplicação da lei penal.

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