Thiago Rigonini foi condenado a 30 anos de prisão na terça-feira (14) pelo assassinato da fisioterapeuta Cátia Vagmacker Cantão, de 43 anos, em Santa Luzia do Oeste, Rondônia. O julgamento ocorreu no Tribunal do Júri e o crime foi classificado como feminicídio.
O crime aconteceu na noite de 24 de julho de 2025, dentro do consultório onde Cátia trabalhava. A vítima havia acabado de realizar o último atendimento do dia quando o réu entrou no local. Cátia e Thiago mantinham um relacionamento amoroso que havia sido encerrado dias antes do crime. Segundo o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), Thiago não aceitava o fim do relacionamento.
Durante uma discussão entre os dois, o réu sacou uma arma de fogo e disparou contra a fisioterapeuta, que morreu no local. O corpo de Cátia foi encontrado na madrugada do dia seguinte pelo filho da vítima, que estranhou a falta de contato com a mãe e saiu para procurá-la.
Ao chegar ao consultório, o filho encontrou a porta aberta e a mãe já sem vida. Após o crime, Thiago fugiu e se apresentou espontaneamente às autoridades em São Francisco do Guaporé (RO) dias depois, onde foi ouvido e liberado. Na ocasião, a Polícia Civil solicitou a prisão do suspeito, mas o pedido foi negado pela Justiça.
Com a repercussão do caso, a prisão preventiva de Thiago foi posteriormente autorizada, e ele permaneceu detido até o julgamento.

