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Internacional

Netanyahu afirma que não há cessar-fogo no Líbano e Israel intensifica ataques

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de abril de 2026 08:48
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta sexta-feira, 10, que “não há cessar-fogo no Líbano” e que as forças de seu país continuarão “atacando o Hezbollah com toda a força”, após uma nova rodada de bombardeios.

O chefe das Forças Armadas israelenses, Eyal Zamir, ecoou o premiê durante uma visita perto de Bint Jbeil, no sul do Líbano. “As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) estão em estado de guerra, não há cessar-fogo, continuamos lutando aqui neste setor, este é o nosso principal setor de combate. No Irã, há um cessar-fogo, e podemos retomar os combates a qualquer momento, e de forma muito intensa”, disse Zamir, após os últimos ataques contra o que o Exército chamou de “locais de lançamento do Hezbollah”.

As declarações vieram logo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter dito que pediu de Netanyahu uma postura mais “discreta” no Líbano. O governo americano afirmou que Israel e Líbano realizarão conversas em Washington na próxima semana. O anúncio ocorreu no mesmo dia em que o primeiro-ministro israelense ordenou que seu gabinete buscasse diálogo direto com Beirute, com foco no desarmamento do Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã, mas nenhum dos países confirmou publicamente que haverá negociações nos Estados Unidos.

Anteriormente, o governo libanês havia declarado que era preciso pausar os combates antes do início de quaisquer tratativas. Mais de 300 pessoas morreram em bombardeios israelenses nas 24 horas seguintes ao anúncio da trégua na guerra no Irã, na noite de terça-feira. Embora direcionados a alvos do Hezbollah, os ataques incluíram munições pesadas em áreas densamente povoadas, o que provocou indignação do Comitê Internacional da Cruz Vermelha e de outras organizações humanitárias.

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O imbróglio do Líbano ameaça frustrar as esperanças de um fim negociado para a guerra no Irã, que teve início no ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel em 28 de fevereiro. Apesar de Trump insistir que o cessar-fogo, mediado pelo Paquistão, representa um progresso significativo rumo a uma paz duradoura no Oriente Médio, a trégua parecia em risco de ruir já nas primeiras horas.

O Irã voltou a fechar o Estreito de Ormuz em resposta aos ataques contra o Líbano. O presidente do país, Masoud Pezeshkian, afirmou que as negociações eram “inúteis” enquanto Israel continuasse os bombardeios, colocando em dúvida as conversas entre Washington e Teerã, que serão sediadas em Islamabad no sábado, 11.

Segundo o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Saeed Khatibzadeh, o único motivo pelo qual as forças iranianas não responderam à escalada israelense foi pela intervenção do Paquistão, que pediu moderação. Netanyahu insistiu que o Líbano não está incluído no cessar-fogo e prometeu que as forças armadas israelenses continuariam a atacar alvos do Hezbollah “onde quer que fosse necessário”.

O primeiro-ministro israelense afirmou ainda que o secretário do líder do Hezbollah, Naim Qassem, foi morto. O próprio Trump apoiou a versão de Netanyahu, declarando à emissora pública americana que o Líbano “não estava incluído no acordo” devido ao papel do Hezbollah. Ele se referiu ao conflito no Líbano como uma “escaramuça à parte” da guerra com o Irã e acrescentou: “Isso também será resolvido. Está tudo bem.” Já o vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance, que liderará a delegação americana nas negociações de paz em Islamabad, sugeriu que houve um “mal-entendido legítimo” sobre o alcance geográfico do acordo de cessar-fogo. O Paquistão, que intensificou seus esforços de mediação depois que Trump ameaçou um ataque que acabaria com “a civilização”, afirmou que o Líbano fazia parte do acordo.

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