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Justiça

Operação investiga desvio de R$ 2,8 milhões na Assembleia Legislativa de Pernambuco

Amanda Rocha
Última atualização: 15 de abril de 2026 15:03
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15), a Operação Draft, que investiga um esquema de desvio de recursos públicos na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

O prejuízo mínimo identificado chega a R$ 2,8 milhões. Entre os alvos da operação estão servidores públicos e dois ex-deputados estaduais. A investigação, iniciada em dezembro de 2023, mira uma quadrilha suspeita de praticar crimes como peculato, concussão e lavagem de dinheiro.

Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão no Recife, em Olinda e em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana da capital. Durante a operação, a polícia apreendeu dinheiro em diferentes moedas e barras de prata. Também foram bloqueados bens e contas por determinação da Justiça.

Os nomes dos envolvidos não foram divulgados para não atrapalhar o andamento das investigações. Segundo a Polícia Civil, o esquema envolvia a nomeação de assessores sem prestação de serviço, que devolviam a maior parte de seus salários ao grupo criminoso, prática conhecida como “rachadinha”.

O delegado Juliano de Medeiros, responsável pela investigação, detalhou como funcionava o esquema. Ele afirmou que os desvios ocorreram entre 2015 e 2019. “Foi uma investigação deflagrada pela Polícia Civil que visou combater o peculato, em que verbas públicas eram desviadas dentro de um gabinete parlamentar na Alepe na prática da ‘rachadinha’. Ao todo, foram desviados R$ 2,8 milhões entre 2015 e 2019, na nomeação de assessores fantasmas, em que eles devolviam parte do salário para o esquema”, disse.

O delegado também explicou como eram feitos os repasses. “Os salários variavam de R$ 6 a R$ 18 mil, sendo acordado que os assessores fantasmas ficariam com R$ 300, devolvendo o restante para os operadores do esquema”, declarou.

Durante a operação, os policiais apreenderam dinheiro em espécie e outros bens de valor. “Foram apreendidos dinheiro em espécie em moeda estrangeira, bem como barras de prata que variam do seu valor pelo peso, um quilo custa entre R$ 10 mil e R$ 23 mil reais”, afirmou o delegado.

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