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Justiça

Quatro novos empregadores do Maranhão entram na ‘lista suja’ do trabalho escravo

Amanda Rocha
Última atualização: 8 de abril de 2026 19:18
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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Quatro novos empregadores do Maranhão foram incluídos na atualização mais recente do Cadastro de Empregadores flagrados com trabalho em condições análogas à escravidão, divulgada na segunda-feira (6) pelo governo federal. No total, 169 novos empregadores foram adicionados ao cadastro em todo o Brasil.

A “lista suja” é um documento público divulgado semestralmente pelo Ministério do Trabalho, em abril e outubro, que visa dar visibilidade às ações de combate ao trabalho escravo. Os empregadores são incluídos após a conclusão de um processo administrativo, sem possibilidade de recurso, e permanecem na lista por dois anos, podendo sair apenas se não houver novos casos e a situação estiver regularizada.

No Maranhão, os novos nomes foram incluídos após ações fiscais realizadas em 2025 nos municípios de Barreirinhas, Benedito Leite, São Félix de Balsas e Açailândia. Os empregadores são: Daniel Rufino dos Santos, ação fiscal na embarcação “Juliano Daniel” em Barreirinhas; Hilo Rocha Guimarães Junior, ação na Fazenda Lagoinha em Benedito Leite; Luis Martins de Sousa, fiscalização na Fazenda Passarinho em São Félix de Balsas; e Silvio Donizeth Vaz dos Santos, ação na Fazenda Bom Jesus em Açailândia.

Atualmente, o Maranhão possui 36 empregadores registrados na lista suja do trabalho escravo, ocupando a 13ª posição no ranking nacional. As fiscalizações identificaram trabalhadores submetidos a condições análogas à escravidão, com irregularidades como alojamentos precários, falta de água potável e instalações sanitárias inadequadas. Além disso, foram constatadas jornadas exaustivas e descumprimento de direitos básicos, como ausência de registro em carteira e não pagamento de salários.

O Cadastro de Empregadores é uma ferramenta importante no combate ao trabalho análogo à escravidão no Brasil, permitindo maior controle por parte da sociedade e dos órgãos de fiscalização. A atualização mais recente resultou no resgate de 2.247 trabalhadores em situações de exploração. O total de empregadores listados agora chega a cerca de 613, com a inclusão de 102 pessoas físicas e 67 pessoas jurídicas.

As atividades econômicas com o maior número de empregadores incluídos na lista foram: serviços domésticos (23), criação de bovinos para corte (18), cultivo de café (12), construção de edifícios (10) e serviço de preparação de terreno, cultivo e colheita (6). A atualização também excluiu 225 empregadores que completaram os dois anos de permanência no cadastro.

As ações de combate ao trabalho análogo à escravidão são realizadas por auditores-fiscais do trabalho, com a participação de diversas instituições. Quando trabalhadores em condição análoga à escravidão são encontrados, um auto de infração é lavrado, iniciando um processo administrativo.

Denúncias de trabalho escravo podem ser feitas pelo Sistema Ipê, lançado em maio de 2020, que permite ao denunciante não se identificar e fornecer informações para que a fiscalização avalie a situação.

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