Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Rastreabilidade 4.0 exige transparência do campo ao mercado
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Agronegócio

Rastreabilidade 4.0 exige transparência do campo ao mercado

Amanda Rocha
Última atualização: 9 de abril de 2026 04:42
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

Em um cenário global que demanda maior transparência nos processos produtivos, a origem dos produtos se torna tão relevante quanto a própria produção. Atualmente, a rastreabilidade envolve o registro contínuo de informações sobre a produção, desde a origem da matéria-prima até o destino final.

Esses dados incluem a localização da propriedade, o manejo adotado, o uso de insumos e as etapas de transporte e processamento. O processo de acuracidade digital permite que os produtos obtenham certificados socioambientais em mercados regulados, como na Europa, avançando na rastreabilidade.

““A rastreabilidade organiza essas informações ao longo da cadeia e permite garantir a origem e a qualidade do produto”, afirma Juliano Tarabal, diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado.”

Com essas informações, é possível identificar rapidamente a origem de um produto, facilitando a gestão da produção e o atendimento a exigências sanitárias e comerciais. A aplicação da rastreabilidade envolve todos os elos da cadeia produtiva até os selos de certificação, que validam as informações ao longo do processo.

- Publicidade -

Esses selos indicam que o produto atende a critérios ambientais, sociais e de governança, verificados por auditorias independentes. A indicação geográfica (IG) também é um mecanismo importante, associando um produto à sua região de origem, considerando características específicas do território, como clima e solo.

No Brasil, o café possui mais de 20 IGs, entre Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem (DO), fortalecendo a indústria de valor agregado.

““O selo traduz essa informação para o consumidor de forma simples, garantindo que há um sistema por trás que comprova a origem e o modo de produção”, destaca Tarabal.”

A Rainforest Alliance, organização internacional que certifica produtos agrícolas, desenvolve padrões de sustentabilidade e sistemas de monitoramento em cadeias como café e cacau. De acordo com Yuri Feres, diretor regional da entidade no Brasil, o processo permite acompanhar o produto de ponta a ponta.

““Se tem o selo, a gente consegue garantir não só a origem, mas também que aquela produção seguiu critérios ambientais e sociais ao longo de toda a cadeia”, diz Feres.”

- Publicidade -

O avanço dos processos de rastreio está ligado a mudanças no mercado, especialmente no cenário internacional. “No caso do café, que é um produto global, a cadeia sofre uma pressão grande para adotar práticas sustentáveis”, detalha Tarabal.

A rastreabilidade passou a ser uma exigência formal em alguns mercados. “Hoje, não basta saber o país de origem. É preciso chegar até a propriedade onde aquele produto foi cultivado”, complementa Feres. A cadeia cafeeira é uma das que mais avançaram na adoção de sistemas de rastreabilidade no Brasil.

Segundo Tarabal, a região do Cerrado Mineiro trabalha há cerca de duas décadas com práticas voltadas à sustentabilidade e ao monitoramento da produção. Atualmente, a área certificada soma cerca de 120 mil hectares, com sistemas que permitem acompanhar o produto desde a origem até o mercado consumidor.

A expectativa é que o tema ganhe ainda mais relevância nos próximos anos, impulsionado por exigências de mercado e regulações internacionais, que tendem a se tornar cada vez mais rigorosas.

““Quem puxa essa demanda pode ser tanto o mercado de destino quanto o próprio produtor, que busca agregar valor ao produto”, conclui Feres.”

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Escritor piauiense conquista prêmio nacional com livro infantojuvenil sobre adolescente cigano
Próximo notícia sitemap.xml
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?