A República de Slowjamastan, uma nova micronação localizada na Califórnia, já possui mais de 25 mil cidadãos que juraram lealdade ao seu falso ditador. Entre as leis curiosas, estão a proibição do uso de crocs e de e-mails em ‘resposta a todos’.
Slowjamastan ocupa uma área de 4,5 hectares, pouco maior que seis campos de futebol, e está situada entre fazendas de tâmaras no vale de Coachella e a fronteira com o México. O local é uma faixa de deserto árido, frequentemente ignorada por motoristas que passam pela região.
O fundador e autoproclamado Sultão de Slowjamastan, Randy Williams, é também diretor de programação de estações de rádio em San Diego. Ele criou a micronação durante a pandemia de covid-19, quando não pôde viajar para outros países. Williams decidiu que, se não podia visitar um país, poderia criar um.
Após adquirir um terreno por US$ 19,5 mil em 2021, ele começou a demarcar o território e a instalar placas que proclamavam a nova nação. Com o tempo, Slowjamastan ganhou características de um país verdadeiro, incluindo sua própria força policial e sistema de imigração.
A micronação emite passaportes e dinheiro local, e seus cidadãos podem adquirir títulos de embaixadores por uma taxa mensal. A cidadania é gratuita e pode ser obtida por meio de um formulário online. Atualmente, Slowjamastan conta com cidadãos de 120 países, incluindo cerca de 50% dos Estados Unidos.
Williams afirma que muitos cidadãos buscam a micronação como um refúgio das frustrações políticas do mundo real. Ele destaca que Slowjamastan proíbe discussões políticas, exceto sobre sua própria nação, atraindo aqueles que desejam escapar das tensões políticas.
Recentemente, a micronação ganhou notoriedade, com cidadãos participando de cerimônias e eventos, como o lançamento de um submarino chamado SS Badassin, que tem a função de

