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Economia

Tecnologia conecta investidores a startups do agronegócio em Ribeirão Preto

Amanda Rocha
Última atualização: 13 de abril de 2026 05:04
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
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A região de Ribeirão Preto, conhecida por sua forte ligação com o agronegócio, se destaca como um polo de inovação no setor. O empreendedor Henrique Galvani, de Morro Agudo, fundou uma plataforma que conecta investidores a startups do agronegócio, com a meta de direcionar cerca de R$ 200 milhões.

A plataforma, criada em 2022, busca preencher a lacuna entre empresas iniciantes no agronegócio e investidores. Na Região Metropolitana de Ribeirão Preto, existem 359 startups ativas, um aumento de 3,2% em relação ao ano anterior.

“Entre ofertas disponíveis e ofertas privadas a gente captou R$ 140 milhões para empresas do agro. Eu faço a ponte entre empresas promissoras do agro e investidoras, pessoas físicas via oferta pública e investidores institucionais em rodadas privadas”, explicou Galvani.

Com experiência no mundo corporativo e na auditoria voltada ao agronegócio, além de uma temporada nos Estados Unidos focada no ecossistema de inovação, Galvani reuniu conhecimentos para fundar a Arara Seed. A criação da plataforma coincidiu com um momento importante do mercado de capitais brasileiro, quando a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) avançava na regulamentação da Resolução CVM 88, que trata do equity crowdfunding.

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“A gente percebeu que tinha um espaço dentro do mercado de capitais. Eu vi uma oportunidade de a gente regular uma plataforma que permite pessoas físicas, a partir de R$ 1 mil, investirem em ativos alternativos, que incluem startups do agronegócio”, afirmou Galvani. O investimento mínimo de R$ 1 mil é um passo importante na democratização do acesso a ativos antes restritos a investidores mais sofisticados.

Galvani enfatizou que a proposta é mostrar que qualquer pessoa pode começar a investir em alternativas como startups do agronegócio, um segmento cada vez mais relevante na economia brasileira. O modelo surge como resposta à lacuna de capital voltado à inovação no campo. “O agro é movido a crédito e o crédito privado ainda é muito pouco frente ao tamanho do mercado do agronegócio, então tem uma lacuna gigante que deve ser suprimida”, disse.

O primeiro movimento da plataforma foi estruturar ofertas públicas pela internet, permitindo que investidores diversificassem a carteira por meio de aportes em startups previamente selecionadas. Desde 2022, quase 500 empresas passaram pelo processo de análise da Arara Seed, que avalia indicadores financeiros, potencial de crescimento, capacidade de escala e riscos do negócio.

O modelo ganhou tração em 2024, quando uma startup do agro realizou uma oferta institucional que movimentou R$ 15 milhões na primeira rodada e R$ 30 milhões na segunda. “Hoje eu tenho uma base de 3 mil contas criadas, sendo que 700 investidores pessoas físicas realizaram pelo menos um investimento via plataforma”, destacou Galvani.

Entre os negócios beneficiados pelos investimentos está uma startup que utiliza inteligência artificial para monitoramento de culturas como cana-de-açúcar e grãos, com uso de imagens via satélite e drones.

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A escolha do interior paulista como sede da plataforma acompanha um movimento de interiorização do setor, aproximando o capital dos polos onde a inovação no campo acontece. “A gente vê um distanciamento entre onde está o dinheiro, que é São Paulo, e o agronegócio. No interior, conseguimos falar a língua do produtor”, afirmou Galvani.

A estratégia é reforçada em eventos como a Agrishow 2026, a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina. “Não existe outro caminho a não ser investir no agro brasileiro, investir em pessoas, investir em tecnologia e principalmente dar condição para os empreendedores inovarem”, concluiu Galvani.

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