Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Tragédia das chuvas em Juiz de Fora expõe ocupação irregular em áreas de risco
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Meio Ambiente

Tragédia das chuvas em Juiz de Fora expõe ocupação irregular em áreas de risco

Amanda Rocha
Última atualização: 26 de abril de 2026 08:42
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

Em abril de 2026, Juiz de Fora enfrentou uma tragédia com a chuva que resultou em 66 mortes. O evento expôs a ocupação irregular de áreas de risco, como morros e encostas, que são inadequadas para moradia.

Desde 2018, o município está entre as 10 localidades com maior população em áreas de risco, conforme o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). O doutor e mestre em Engenharia Civil, Jordan Henrique de Souza, atribui a tragédia à combinação de um temporal extremo, o relevo acidentado e a ocupação urbana em áreas vulneráveis.

Jordan, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), explica que a topografia da cidade, caracterizada por ladeiras e morros, foi moldada por processos naturais. Com o crescimento urbano, áreas antes não ocupadas passaram a receber moradias, muitas vezes sem considerar as características do terreno.

Ele destaca que o relevo não é o problema principal, mas sim a forma como a ocupação ocorreu ao longo das décadas. “O que não foi ocupado por encosta foi ocupado por vale, e o que não tem risco de desmoronar tem risco de inundar”, afirmou.

Jordan também menciona que a preocupação com ocupações em áreas sensíveis não é nova. Registros históricos indicam atenção a algumas regiões desde o fim do século XIX, como o bairro Dom Bosco, em um contexto de falta de políticas habitacionais.

Os impactos das chuvas se dividiram em duas categorias: problemas em áreas próximas a cursos d’água e movimentação de encostas. “Quanto mais íngreme, maior a chance de movimentos de massa”, ponderou. A saturação do solo foi seguida por escorregamentos, agravando alagamentos em áreas baixas, como o Bairro Industrial.

No Morro do Cristo, houve deslizamento de terra e queda de rochas. Jordan alertou sobre os riscos de incêndios em períodos de seca, que podem influenciar escorregamentos durante as chuvas. “A retirada da vegetação deixa o solo mais vulnerável”, disse.

Após os estragos, o professor defendeu a importância de uma cidade resiliente, capaz de enfrentar eventos extremos. Ele ressaltou que o debate sobre resiliência é antigo e precisa ser adaptado à realidade local. “O mais importante é não perder vidas”, concluiu.

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Antigos parceiros de Daniel Vorcaro buscam patrimônio oculto no Brasil e no exterior
Próximo notícia sitemap.xml
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?