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Segurança

Vítima detalha abusos de ginecologista e pede que outras mulheres denunciem

Amanda Rocha
Última atualização: 16 de abril de 2026 18:23
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
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Uma mulher denunciou o ginecologista Marcelo Arantes e Silva por supostos abusos sexuais durante uma consulta médica. A Polícia Civil investiga ao menos cinco vítimas que formalizaram denúncias, com casos ocorrendo em clínicas de Goiânia e Senador Canedo.

A vítima relatou que os primeiros sinais de conduta inadequada começaram no contato inicial. “Primeiro, ele abraça a gente muito forte. Ele abraça a gente muito forte, um abraço muito demorado, que não é comum, não é normal”, disse.

Ela afirmou que o comportamento continuou durante o atendimento. “Somos mulheres, sabemos que aquilo ali não faz parte da consulta médica.” Além disso, uma pergunta feita pelo médico a deixou constrangida. “Eu percebi também pela pergunta indiscreta que ele fez pra mim. Não cabia naquele momento, me deixou completamente constrangida.”

A mulher disse que, apesar de perceber que algo estava errado, não conseguiu reagir. “Eu estava sem roupa, numa posição completamente vulnerável. Eu me senti completamente violada, porque eu não tive forças pra fazer nada. Tudo que ele falava pra eu fazer, eu fazia.”

Ela explicou que o comportamento do profissional não foi agressivo, o que aumentou sua confusão emocional. “Ele não veio agredindo. Ele vem de forma gentil, sabe? Mas em momento nenhum eu tive dúvidas de que o que ele estava fazendo não estava certo.” Ao final do atendimento, ela tentou se afastar. “Quando ele terminou, eu ainda sem roupa, ele veio tentando me ajudar a levantar da maca, quis vir me abraçar de novo. E eu já corri pra dentro do banheiro.”

Após o episódio, a vítima permaneceu calada por um longo período. “Eu fingi que não tinha acontecido nada. Eu não falei nada, eu não tive coragem. Eu fiquei completamente calada e fingi que nada tinha acontecido.” Ela só conseguiu formalizar a denúncia após conversar com outras mulheres que relataram experiências semelhantes. “Se não fosse pelas outras mulheres conversarem comigo e terem ido comigo junto na delegacia, eu não teria feito isso, de forma alguma.”

A denunciante criticou a falta de prisão preventiva no início do caso. “Eu fiquei sem entender por que a Justiça não concedeu uma prisão preventiva logo de cara. Porque não foram só uma, duas, são cinco mulheres.” Ela também afirmou que casos como esse costumam ser invisibilizados. “Isso não é um crime forçado, não é um crime violento. É um crime velado dentro de uma clínica que deixa a gente exposta.”

Ao final da entrevista, a mulher fez um apelo para que outras possíveis vítimas procurem a Delegacia da Mulher. “Eu queria que você, mulher, que sabe o que aconteceu com você: a gente precisa unir forças, a gente precisa denunciar.” Ela relatou ter sido acolhida ao buscar ajuda. “Fui muito bem atendida lá, muito acolhida.” Ela concluiu pedindo solidariedade entre mulheres e coragem para romper o silêncio. “Isso acontece todos os dias, o tempo todo. Se a gente não unir as nossas forças, isso vai continuar acontecendo. A gente precisa estar juntas para que outras mulheres não passem por isso.”

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