A Motiva Aeroportos, que administra 17 terminais no Brasil, projeta que os aeroportos se tornarão ‘cidades aeroportuárias’ com a expansão de serviços comerciais. A empresa registrou 48 milhões de passageiros no último ano e crescimento de 6% no trimestre.
Em Goiânia, uma casa de shows será construída no Aeroporto Santa Genoveva. Em Belo Horizonte, foi inaugurado o primeiro hotel indoor do país no aeroporto de Confins. Já em Curitiba, a concessionária aposta em um galpão logístico, o maior da região Sul. As iniciativas foram impulsionadas por um novo programa do Ministério de Portos e Aeroportos que facilita contratos de longo prazo.
Segundo a diretora Monique Henriques, a receita comercial hoje representa um terço do faturamento, e a expectativa é que o setor aeronáutico cresça entre 1% e 1,5% acima do PIB na próxima década. “O mercado de aviação de passageiros tem muita oportunidade de crescimento no Brasil”, afirmou. O CEO da ABR Aeroportos do Brasil, Fábio Rogério Carvalho, classificou o momento como “positivo para a promoção dos aeroportos”.

