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Economia

Alta do petróleo limita cortes de juros no início da gestão de Kevin Warsh no Fed

Carla Fernandes
Última atualização: 23 de maio de 2026 00:30
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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A alta do petróleo e dos combustíveis nos Estados Unidos reduz o espaço para cortes de juros no início da gestão de Kevin Warsh no Federal Reserve, segundo o economista André Mirsky. O preço do petróleo, fora do controle do Fed, pressiona a inflação e dificulta a queda dos juros, mesmo com a desaceleração econômica.

Mirsky afirmou que a gasolina subiu cerca de 60% desde janeiro para o consumidor americano, cenário que limita a margem para redução das taxas de juros nos EUA. O mercado já discute a manutenção ou até aumento das taxas ainda em 2026.

O economista destacou que o risco de estagflação voltou a preocupar, com inflação alta, juros elevados e economia desacelerando globalmente. Para o Brasil, juros americanos altos ainda não representam problema imediato, pois a renda fixa local oferece retorno superior e atrai capital estrangeiro.

Mirsky prevê que a Selic deve terminar o ano próxima dos atuais 13%, sem queda acentuada. Ele também ressaltou que o conflito no Irã elevou o preço do petróleo e reacendeu as preocupações com a inflação.

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Sobre o Brasil, o economista afirmou que um ajuste fiscal será obrigatório em 2027, independentemente do resultado da eleição presidencial, e alertou para a necessidade urgente de controle dos gastos públicos para evitar riscos futuros.

TAGGED:economia globalFEDInflaçãojuros-brasiljuros-euaKevin WarshMercado Financeiropetróleo-alto
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