A análise “in silico” utiliza dados genéticos de mais de 20 mil amostras para oferecer tratamentos personalizados a pacientes com câncer, segundo a professora Kelly Rodrigues, do Centro Universitário de Brasília.
A análise “in silico” permite que estudantes e profissionais da saúde examinem dados biológicos para promover tratamentos específicos e direcionados. O estudo usa mais de 20 mil amostras públicas anônimas, abrangendo 33 tipos de câncer e tecidos normais correspondentes.
Segundo a professora Kelly Rodrigues, essas ferramentas online podem ser acessadas sem conhecimento em programação, facilitando diagnósticos automatizados que avaliam genes específicos relacionados à doença. A base de dados The Cancer Genome Atlas (TCGA), criada em 2000, é fundamental para essas análises.
Ferramentas como GEPIA2 comparam a atividade biológica entre tecidos normais e tumorais para responder por que o câncer é agressivo. Além disso, painéis de assinatura gênica avaliam a expressão de múltiplos genes para determinar o comportamento biológico do câncer, ampliando a precisão dos tratamentos.


