Ações da Apple atingem US$ 304,99, máxima em 52 semanas, após alta de 51,52% em um ano. Receita do segundo trimestre fiscal de 2026 cresceu 16,6%, com recorde em serviços e recuperação na China.
A Apple registrou receita de US$ 111,18 bilhões no segundo trimestre fiscal de 2026, alta de 16,6% em relação ao ano anterior, com crescimento em todas as regiões. A receita dos Serviços atingiu US$ 30,98 bilhões, impulsionada pela recuperação na China, que alcançou US$ 20,50 bilhões, e pelo potencial de monetização em inteligência artificial.
Apesar dos resultados positivos, a avaliação das ações está elevada, com múltiplos como P/L trailing de 37 e preço sobre valor patrimonial de 42. O CEO e um diretor venderam grandes blocos de ações recentemente, indicando cautela interna. O consenso dos analistas aponta preço-alvo médio de US$ 308,65, sugerindo valorização limitada.
A recomendação é manter as ações, acompanhando indicadores como crescimento dos Serviços acima de 14%, receita da China acima de US$ 20 bilhões e avanços na monetização da inteligência artificial. A Apple paga dividendos e realiza recompras de ações, o que beneficia os investidores que optarem por aguardar.


