A Apple divulgou receita recorde de US$ 111,18 bilhões no segundo trimestre do ano fiscal de 2026, impulsionada pela alta demanda do iPhone 17 e crescimento dos serviços digitais. A ação está cotada a US$ 308,82, com previsão de alta de até 17% até 2028, segundo modelo interno.
A receita do iPhone atingiu US$ 56,99 bilhões, enquanto os serviços digitais alcançaram US$ 30,976 bilhões, ambos recordes históricos, conforme informou o CEO Tim Cook. A ação da Apple subiu 53,98% nos últimos 12 meses e negocia a um múltiplo preço/lucro futuro de 33 vezes.
O conselho da empresa autorizou recompra de ações de US$ 100 bilhões e aumentou dividendos em 4%. Apesar do desempenho, a avaliação elevada e riscos como exposição a tarifas e dependência da China limitam a valorização.
O modelo interno prevê preço-alvo de US$ 362,27 para 2028, com potencial de alta de 17,31%. Para alcançar US$ 450, a ação precisaria de múltiplo P/L futuro de 48 vezes, cenário considerado otimista. O banco BofA elevou o preço-alvo para US$ 380 e mantém recomendação de compra.


