Uma artista visual e escritora afirmou que a arte produzida por inteligência artificial (IA) é entediante, sem alma e representa um roubo criativo. Ela também alertou para o impacto ambiental causado pelo alto consumo de energia e água dos centros de dados que suportam essa tecnologia.
A artista relatou que prefere criar manualmente, pois usar IA não aumentaria sua criatividade, mas sim esgotaria sua existência. Ela valorizou a experiência humana em um show ao vivo da banda Split Enz, cujas músicas foram produzidas antes da era da IA.
Segundo ela, a arte gerada por IA é estéril e prejudica o planeta devido ao consumo excessivo de recursos naturais pelos datacenters. A crítica reforça o debate sobre o valor artístico e os custos ambientais da tecnologia.

