Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Bactéria Fusobacterium está presente em 64% das pacientes com endometriose
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência e Saúde

Bactéria Fusobacterium está presente em 64% das pacientes com endometriose

Carla Fernandes
Última atualização: 22 de maio de 2026 05:08
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

Pesquisadores da faculdade de medicina de Nagoya, no Japão, identificaram a bactéria Fusobacterium em 64% das mulheres com endometriose, contra menos de 10% das sem a doença. O estudo sugere que a infecção bacteriana cria ambiente inflamatório que favorece a progressão da endometriose.

A pesquisa publicada na revista científica Science Translational Medicine analisou tecidos endometriais de mulheres com e sem endometriose, constatando presença expressiva da bactéria Fusobacterium nucleatum em pacientes com a doença. A vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Tania Vergara, explicou que o microrganismo vive naturalmente na boca e pode se disseminar para o endométrio, especialmente em casos de doença periodontal.

O estudo mostrou que a bactéria ativa a via de sinalização do TGF-β1, associada à inflamação e fibrose, e aumenta a proteína TAGLN, ligada à progressão da endometriose. Em modelo com camundongos, o tratamento com antibióticos eliminou a bactéria, reduziu a inflamação e diminuiu as lesões endometrióticas, mesmo após o desenvolvimento da doença.

Os autores afirmam que a eliminação da Fusobacterium pode representar uma nova estratégia terapêutica para a endometriose, que afeta cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva e causa sintomas como dor pélvica e infertilidade.

TAGGED:AntibióticosbacteriasCiênciaendometriosefusobacteriuminflamacaopesquisa-medicaSaúde da mulher
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Laureados do Nobel alertam sobre ameaças de IA ao emprego
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?