O Botafogo recebeu três propostas para a compra de sua SAF (Sociedade Anônima do Futebol). A GDA Luma, empresa especializada em ativos em dificuldades, é considerada favorita, com oferta de US$ 105 milhões (R$ 531 milhões). John Textor, ex-controlador, propôs até US$ 95 milhões (R$ 480 milhões), mas não apresentou garantias. Já o fundo MasterCom Capital ofereceu US$ 30 milhões (R$ 151 milhões), com disposição de superar concorrentes. A decisão cabe ao clube social.
A GDA Luma, liderada pelo mexicano Gabriel de Alba, apresentou a proposta mais robusta: US$ 105 milhões, mas com desconto de uma dívida de US$ 25 milhões, o aporte efetivo seria de US$ 80 milhões (R$ 405 milhões). A empresa, com experiência em reestruturação de empresas, planeja investir no futebol, na estrutura e nas divisões de base do Botafogo.
John Textor, que perdeu forças nos bastidores, oficializou uma oferta de até US$ 95 milhões, financiada por acordos com a gestora Ares e um fundo de contingência. O clube social, no entanto, pediu garantias que ainda não foram apresentadas, e há preferência por outras propostas.
A MasterCom Capital, fundo baseado no Texas, ofereceu US$ 30 milhões, mas sinalizou que pode aumentar o valor. Apesar disso, a diretoria do Botafogo vê a empresa como menos consolidada que a GDA Luma. O clube caminha para encerrar a relação com a Eagle Bidco e definirá o novo controlador nos próximos dias.


